illuminati sociedades secretas e o reflexo em portugal

Posted by Carlos Miranda

 

 

 

 


 

 

 

 

Para os cépticos

Estou cansado de receber comentários de cobardes anónimos, que estão sempre a defender o governo e a defender a subida de impostos, com o argumento de que "cidadãos fogem ao fisco" etc.
Isso para mim é conversa de MERDA.
Se alguns cidadãos fogem ao fisco, sei que é verdade.
MAS HÁ MILHARES DE EMPRESAS DE FACHADA que fogem ao fisco e o governo perdoou-lhes as dívidas porquê?!!
SE QUEREM continuar com as palas nos olhos , a defender o governo, CONTINUEM.
Quando os bancos começarem a "falir" e vocês perderem todo o dinheiro-papel inútil, e ficarem na miséria, a morrer de fome, PACIÊNCIA!
Depois não venham choramingar que eu tinha razão..
Depois não adianta choramingar,
A NOVA ORDEM MUNDIAL está aí, para quem conseguir ver.

SÓ quem estiver devidamente informado, um passo á frente, conseguirá sobreviver.

Os cépticos cegos e burros, vão ser os primeiros a cair...

A fraude do 13º Salário

O "13º Salário" foi implementado no Brasil nos anos 60, em Portugal em 1974, e está mais ou menos institucionalizado em versões locais na Europa e América do Sul, mas não nos USA, onde os trabalhadores são pagos "à semana" e não "ao mês".

Como funciona o 13º mês?

Suponhamos que ganhamos 400€ por mês.
Multiplicando-se esse salário por doze meses, temos ao fim do ano 4.800€. (400x12 = 4.800)
Quando chega Dezembro, recebemos o conhecido "Décimo Terceiro Mês". (4.800€ (Salário anual)+ 400€ (Décimo Terceiro) = 5.200 € (Salário anual mais o Décimo Terceiro)
Aparentemente ofereceram-nos 400€, pelos quais não trabalhou.


Parece certo. Onde é que está a fraude?Se o trabalhador recebe 400€ por mês será razoável pensar que recebe 100€ por semana, já que o mês tem em, média, quatro semanas.
400€ (Salário mensal) : 4 (semanas do mês) = 100€ (Salário semanal)
Continua a parecer certo. Então onde é que está a fraude?


A fraude está aqui:O ano tem 52 semanas.
Se multiplicarmos 100 € (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será 5.200€. (100 (Salário semanal) * 52 (número de semanas anuais) = 5.200)
O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o Décimo Terceiro
Explicação:
A resposta é que nos roubam uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31, mas uma semana são 7 dias, 4 semanas são 28, não são 30 nem 31, mas o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, só nos pagam 4 semanas, ou seja, 28 dias.


No final do ano o "décimo terceiro" é apenas o que não nos foi pago durante o ano.
É salário já vencido e não um adicional. Faria parte do ordenado normal se nos pagassem "à semana".
Não venham com a treta, a dizer-nos que nos Estados Unidos da América e no Canadá, não pagam o 13.º mês.
Os políticos portugueses, esses vampiros e sanguessugas, querem continuar a fazer do povo ignorantes e estúpidos!
Lembrem-se disto quando nos tirarem o 13º mês "por causa DA crise" como se nos estivessem a tirar um bónus pelo qual não trabalhamos. 



EXTERMÍNIO !!

Quais são os planos da Elite Global para o povo??
Os leitores continuam a pensar que o realidade oculta é um site de "teorias" de conspiração...
Mesmo com todos os acontecimentos a nível Mundial, ainda não se aperceberam que estas "teorias de conspiração" passaram a FACTOS comprováveis.

Vários Países em risco de "falir", crise económica Mundial, Bancos em risco de "falir" ( e vão falir) é tudo programado.
Eles querem levar milhões de pessoas á pobreza, pessoas que irão perder todo o dinheiro, casas, bens materiais, quando os bancos falirem, Países falirem e empresas falirem, lançando pessoas para o desemprego.

Imaginem milhões de pessoas sem dinheiro (porque os bancos faliram), sem casa, sem nada, sem empregos.

E como se não fosse suficiente, esta cirse mundial programada, eles estão a preparar mais um ataque contra o povo, uma CRISE ALIMENTAR.
o PREÇO dos alimentos vai inflaccionar bastante, levando milhões de pessoas pobres a morrer de fome.

Agora digam lá, isto é EXTERMÍNIO ou não ?

Portugal não tem condições de criar reserva alimentar

Reparem nos truques !

Por um lado, aumentaram os anúncios de compra de ouro, e em cada esquina abrem lojas de compra de ouro. As pessoas desfazem-se do seu ouro em troca de umas notas de papel...
Por outro lado os BANCOS andam a atrair as pessoas com juros mais altos, para elas colocarem as poupanças todas no Banco.. (é um isco ).
Quando eles amealharem uns bons Milhões de euros, começam a "falir" e as pessoas perdem todo o dinheiro que tinham....

Cuidado com esses iscos envenenados...


´
´´O que está por detrás da Nova Ordem Mundial ? « perspectivas -
2 set. 2009 ... Naturalmente que se José Sócrates diz que é de esquerda, temos que convir ... Este é o plano de Bilderberg, Trilateral, Maçonaria e comandita, que tem o apoio ... e o marxismo cultural ou socialismo fabiano, do outro lado). ... que estara ao servico do Grande Capitalismo Globalista Euro-Americano. ...espectivas.wordpress.com/.../o-que-esta-por-detras-da-nova-ordem-mundial/

JFK e a Nova Ordem

http://2.bp.blogspot.com/_ptqEMemSYjk/TPers9ldpEI/AAAAAAAAA0g/_rxCjn7yLbY/s1600/L-SOCSRT_7897763443594b.gif 

http://www.umanovaera.com/conspiracoes/As_Sociedades_Secretas.htm
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http://www.secretsofthetomb.com/book.asp
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http://ovigia.wordpress.com/2010/11/22/coup-detat-nos-eua/



"Para que o mal triunfe só é necessário que os homens bons não façam nada."
Prefácio do livro "As sociedades Secretas e seu poder no século XX"
Por Jan Van Helsig
Clique no link no fim da página para baixar o livro inteiro.
Procurai imaginar por um instante que sois um extraterrestre.  Acabais de percorrer anos-luz com vossa nave espacial e vos dirigis ao planeta Terra.  Tendes a missão de explorar esse planeta, de tomar contato com seus habitantes para trocar saber e ter informações de todos os níveis.  Se tudo der certo, se chegardes à conclusão de que seus habitantes são honestos e estão dispostos a tudo pela paz, a Terra poderia então ser admitida na Federação Intergaláctica.  E com um espírito aberto, contatos poderiam então acontecer com os habitantes de outros planetas.  A consciência terrestre progrediria claramente; esse avanço chegaria também aos domínios da tecnologia e da saúde.
Ei-vos propulsados na órbita terrestre, ligai pois vosso monitor e largai-vos ao acaso das ondas.  Captais então, uma estação emissora de informações que transmite o que se passa na Terra.
Compreendereis, pois, que estais num planeta guerreiro, onde os habitantes lutam não contra um planeta inimigo, mas sim entre si, há milênios, o que estáveis muito longe de imaginar.
Primeira verificação:  nenhum conceito pode justificar essas guerras, pois uns lutam em nome da sua fé, outros pela cor de sua pele.  Alguns não estão satisfeitos com o tamanho de seu país, outros combatem para sobreviver, pois nada têm para comer.  Outros, ainda, não cessam de pensar em dinheiro, mas a maioria cada qual só pensa em si mesmo.  Chegais à conclusão de que este planeta não está maduro para receber as informações e a tecnologia que tendes para oferecer.  Seja qual fosse o país onde aterrissásseis, é certo e seguro de que vossos presentes não serviriam para o bem de todos os habitantes da Terra, mas somente aos interesses egoístas dos dirigentes de cada país.
É possível, então, que pensásseis em vosso planeta natal no tempo em que ele também estava em guerra.  Certamente isso foi a milênios, e não desejaríeis reviver esse cenário de maneira alguma, pois verificastes, além do mais, que foram lançados “mísseis” em vossa nave espacial.  Vossa decisão é então tomada:  preferis visitar outro planeta.
Vós, leitores, também fizestes a pergunta:  Por que os homens estão sempre em guerra?
O sábio suíço Jean-Jacques Babel verificou que desde os últimos 56 séculos, a humanidade organizou 14.500 guerras, que provocaram três bilhões e meio de mortes.  Isso representa a metade da população mundial de hoje.  Somente no ano de 1991, por exemplo, registramos 52 guerras ou focos de crise em nossa terra.  Isso significa que após numerosos conflitos neste planeta, dentre os quais duas guerras mundiais em um século, esse ano viu opor-se reciprocamente 104 ideologias, cujas solicitações eram manifestamente muito importantes para justificar novamente o massacre de muitos milhões de seres humanos.
Qual finalidade impele, pois, a guerra entre os homens?
O motivo da guerra é, já há séculos, o quebra-cabeça das organizações de paz, mas também dos filósofos.  Eles chegaram à conclusão de que quase todas as criaturas da Terra se afrontam regularmente por falta de alimento e de território.  Não podemos atribuir ao ser humano a agressividade dos animais entre si, pois ele possui, além disso, uma inteligência, uma consciência e uma ética.  Pensamos na diferença que existe entre dois animais predadores que lutam por sua presa, e nas multinacionais de armamento que só vivem da venda de armas e, portanto, das crises permanentes.
Que o “combate pela vida” possa servir de distração, nós o sabemos desde a antiga Roma, onde sob a divisa de panem et circenses  (o pão e os jogos distraem o povo), os gladiadores combatiam entre si, o que ocasionava a alegria da plebe e a impedia de pensar na própria desgraça.  É o mesmo princípio que mantém, em nossos dias, a televisão, o vídeo e os grandes jogos de futebol:  dá-se ao cidadão superficial a possibilidade de escapar do vazio e do peso da existência.
Do que nos afastam pois a mídia?
É preciso perguntarmo-nos a nós mesmos do que teríamos consciência se não estivéssemos constantemente distraídos de nós mesmos.
Não é novidade que um terceiro tire vantagem da guerra entre dois países.  É bem sabido que “quando duas pessoas disputam entre si, uma terceira se alegra”.  Coloquemos esse ditado para um país ou para um planeta inteiro e veremos o conformismo.
Por exemplo, os sistemas bancários que fazem um empréstimo a um país beligerante têm interesse em que a guerra não termine tão cedo.
É por meio de guerras e perturbações que se pode impulsionar um povo a aceitar e até mesmo a desejar que surjam instituições que ele jamais teria consentido espontaneamente (por exemplo, a OTAN, a ONU).
Entretanto, para aqueles que não se interessam especialmente por isso - excluamos os mortos - não existe, a bem dizer, uma relação entre as guerras dos últimos séculos.
Será possível que somente a indústria de armamentos tire proveito disso?  O que leva os seres humanos a odiar-se indefinidamente até o ponto de matar seus próprios congêneres?  O que é tão importante para levar-nos a exterminar uma vida?  Nada aprendemos, pois, das centenas de milhões de seres humanos mortos na guerra e do sofrimento que disso resultou?
Tomemos, como exemplo, a ex-Iugoslávia, onde , há décadas muitos povos viviam em paz e onde estes acabam de massacrar-se.  O que leva esses seres humanos a considerar de repente como seus piores inimigos os seus irmãos que viviam na mesma cidade, falavam a mesma língua, usavam as mesmas vestimentas, compartilhavam o mesmo amor, as mesmas alegrias, os choros e os risos?  O que faz com que matem suas crianças, violentem suas mulheres e suas mães, enviem seus maridos para campos de concentração?
Isso nada lembra para nós?
Será que são verdadeiramente os motivos ideológicos próprios de certos grupos que causaram essa guerra ou será preciso encontrar quem está por detrás disso?
Quem poderia assumir a parte do terceiro?  De onde provém, pois, a idéia pré-concebida do adversário, inculcada no ser humano pelas religiões pelos livros escolares e pela mídia?
Qual é a meta dessas pessoas que estão na base dessa idéia e no-la sugerem constantemente?
Quem tiraria proveito do ódio crescente e da degenerescência da humanidade?
Talvez Satã, Lúcifer, Ariman, Baphomet ou outras entidades “intocáveis”, a quem imputaríamos com prazer a culpa?
Neste livro contaremos a história de algumas personagens bem tangíveis que, em 1773, estabeleceram um projeto em Frankfurt numa casa da Judenstrasse (Rua dos Judeus).  Elas queriam preparar o caminho para seu governo mundial único até o ano 2000 por meio de três guerras mundiais.  Um projeto perfeitamente elaborado, baseado nas fraquezas e nos medos dos seres humanos, e que acabaria por voltar-se contra eles. 
A finalidade de um governo mundial nada tem de novo em si, pois o Vaticano sempre procura fazer do nosso mundo um mundo católico.  Por essa razão, ele torturou e massacrou milhões de seres humanos, como a história comprova.
O islamismo teve a mesma finalidade:  sendo a maior e a mais fanática das religiões, tem todas as oportunidades.
Não nos esqueçamos de que a ideologia russa “pan-eslava”, instaurada originalmente por Guilherme, o Grande, exigia a eliminação da Alemanha e da Áustria, para anexar a Índia e a Pérsia, após ter subjugado a Europa.
Notemos também a ideologia da “Ásia para os asiáticos”, que reclama que a confederação dos estados asiáticos esteja sob o controle do Japão.
Notemos também a ideologia “pan-germânica”, que prevê um controle da Europa pela Alemanha, para estender-se mais tarde pelo resto do mundo.
Entretanto, as pessoas que este livro menciona nada têm absolutamente a ver com qualquer dogma e não pertencem a nenhuma nação.  Elas não são nem da esquerda, nem da direita, nem liberais, mas utilizam todas as instituições para conseguir suas finalidades.  Naturalmente elas fazem parte de uma organização qualquer, mas somente para tornar difíceis eventuais buscas, para criar confusão entre os “curiosos” e levá-los assim a uma pista falsa.  Essas pessoas servem-se tanto dos cristãos como dos judeus, dos fascistas, dos comunistas, dos sionistas, dos mórmons, dos ateus, dos satanistas, dos pobres, dos ricos, de todos!  Mas elas servem-se principalmente dos ignorantes, dos preguiçosos, daqueles que se desinteressam pela vida e daqueles que não possuem um espírito crítico. 
Entre os iniciados, as pessoas citadas acima se denominam os Illumunati, Big Brother, o governo invisível, os homens cinzentos, o governo oculto, o governo secreto, o Establishment.  
Segundo minhas fontes, os procedimentos dos Illuminati (Iluminados, aqueles que sabem) sobre a Terra remontam a mais ou menos 3.000 séculos antes de Cristo, quando eles infiltraram-se na “Fraternidade da Serpente”, na Mesopotâmia, da qual se serviam para fins negativos.
É mais do que possível e é praticamente certo que esse drama começou muito tempo antes do período mencionado acima, se não for na época em que “o ego” se desenvolveu.  Podemos remontar esse acontecimento para um período preciso da história simplesmente graças à ação da “Fraternidade da Serpente”.  Somente após 3.000 gerações é que lhe sucederam outros agrupamentos, tais como os judeus, os cristãos, os franco-maçons ou outras comunidades religiosas que conhecemos.  Como se pode verificar facilmente com a leitura deste livro, alguns membros da comunidade sionista trouxeram, entre outras coisas, até os nossos dias, esse jogo do qual eles não são nem os criadores nem o alvo.  O que começou antigamente funciona ainda hoje segundo as mesmas modalidades.  Para nós é suficiente olhar a situação presente para ver onde se encontra o problema.  Certamente, podemos ligar o sistema de pensamento ou de fé dos Illuminati ao de “Maquiavel”, o maquiavelismo ou a justificação de uma política de poder desprovida de normas éticas e, como conseqüência, de qualquer escrúpulo político.
Eis aqui um pequeno exemplo de poder:  Imaginemos que sois o novo rei de um país e desejais ter a segurança de continuar sendo.  Então, convocais separadamente duas pessoas das quais tendes a certeza de que elas farão o que lhes direis.  Para uma dareis diretrizes “de esquerda” e a financiareis para que ela possa criar um partido.  Com a outra agireis da mesma forma, fazendo-a criar um partido “de direita”.
Acabais de dar vida a dois partidos de oposição, financiais a propaganda, os votos, as ações e estais exatamente a par de seus mínimos planos.  O que significa que controlais os dois.  Para que um partido tenha vantagem sobre o outro, só tendes de lhe dar mais dinheiro.  Os dois chefes de partido crêem ter-vos a seu lado, e sois assim “amigo” dos dois.
O povo é assim, dessa forma, preso nesse vai-e-vem entre “esquerda” e “direita” e sequer pode imaginar que, como rei podeis ser a origem da dissensão.
O povo até vai pedir-vos auxílio e conselho.
Tomemos outro exemplo: o dinheiro.  Durante a Guerra de Secessão (1861-1865), os estados do Norte - que eram contra a escravidão - combatiam aqueles do Sul - favoráveis a manter a escravidão.
Antes da guerra, a família Rothschild enviou seus agentes para reforçar uma tomada de posição “a favor da União” com os estados do Norte e, ao mesmo tempo, outros agentes suscitavam uma atitude “contra a União” com os estados do Sul.
Quando a guerra estourou, o banco Rothschild de Londres financiou os estados do Norte, e o de Paris, aqueles do Sul.  Os únicos que ganharam essa guerra foram os Rothschild.
Resumamos brevemente esse sistema:
1.  provoca-se  o  conflito,  fazendo  os  homens  lutar  entre  si  e  não contra aqueles que são a origem da dissensão;
2.  não mostrar-se como o verdadeiro instigador;
3.  sustentar todos os partidos em conflito;
4.  passar-se assim por uma “instância benevolente” que poderia dar fim ao conflito.
Eis aí o caminho seguido pelos Illuminati,  que querem dominar o mundo; provocar tanto quanto possível a discórdia entre os seres humanos e as nações da Terra, que perdidos numa nuvem de informações contrárias, não poderão chegar até os verdadeiros investigadores.  As sociedades secretas  internacionais servem-lhes de instrumento poderoso para semear a discórdia entre os seres humanos; nós as estudaremos mais de perto.  Os seres humanos empenhados durante muito tempo em guerras acabarão cansando-se de combater e virão “implorar” um governo mundial.
É então que o plano torna-se evidente.  Exigir-se-á da “instância benevolente” que dê um fim ao conflito.  E quem é que representa esse papel em nosso planeta?  A ONU!  Veremos quem se encontra na realidade por detrás da ONU.
Os Illuminati de quem falamos, não importa quem eles sejam, são os homens mais ricos do mundo.
Eles não aparecem na televisão nem em outros sistemas indiretos, pois possuem e controlam não somente essa mídia, mas também todos os serviços de informações.  Se acontece que falem deles, é sempre em termos neutros ou positivos.
A maior parte do povo não conhece seus nomes.  Mesmo os autores que desmascararam suas maquinações não se tornaram célebres, se bem que teriam merecido um prêmio Nobel.
Reagir seria louvável, mas como seis bilhões de seres humanos podem defender-se contra alguma coisa da qual nem conhecem a existência?
Não devemos esquecer que quase todos os humanos estiveram - e estão - de tal forma preocupados com seus próprios pequenos problemas pessoais que jamais têm a visão global dos acontecimentos deste mundo nem ao seu redor.  Onde eles perderam essa visão?  A maior parte da civilização atual sofre de “indiferença política” e retirou-se desses acontecimentos.  Esse descaso é devido à penúria dos tempos, à falta de interesse, de crítica e de conhecimentos específicos.  Retirando-se, não se mudará seguramente nada.  Ao contrário, isso é desejado pelos nossos “dirigentes”.  Todo aquele que deserta facilita a tarefa dos Illuminati.  A verdade que se impõe em primeiro lugar é, pois, saber-se mais sobre seus feitos e gestos.
Assim como um grande instrutor do mundo o afirmou: “Procurai a verdade, e a verdade vos libertará”.
Poderíamos, em conseqüência, dividir os seres humanos em três tipos:
1.  aqueles que agem;
2.  aqueles que são espectadores dos acontecimentos;
3.  aqueles que se espantam que tenha acontecido alguma coisa.
Este livro é minha participação para esclarecer uma parte dos acontecimentos.  É uma tentativa que visa a dar conhecimento do comportamento mantido secreto neste planeta precisamente por aqueles que comandam.  O leitor que reconhecer-se na terceira categoria terá mais facilidade para passar para a segunda e mesmo para a primeira!
Como autor deste livro, não represento nenhuma comunidade de interesse ou de fé e nenhuma nação. 
Sou um homem sobre este planeta Terra que reivindica seu direito de liberdade e de livre desenvolvimento para cumprir aqui o seu dever.  A paz entre as nações como entre relações humanas me são caras ao coração - espero que seja também para a maioria da humanidade - e considero como minha responsabilidade pessoal dar ao menos essas informações aos meus concidadãos para permitir-lhes tomar uma posição.
O leitor não deve acreditar piamente no que se segue, como se faz quando se trata de estórias que são servidas diariamente pela mídia.  Aconselho a todos os espíritos superficiais e àqueles que estão satisfeitos com a vida que fechem o livro já nesta página.  Quanto aos outros, se tiverem a capacidade de encarar a questão, poderá acontecer que este livro os impulsione a mudar profundamente de atitude.
E se desejamos encontrar a verdade, sem entretanto passar nossa vida procurando-a, devemos dar-nos a possibilidade de examinar e de admitir sem descanso toda a informação nova.  Isso pode significar também que, se o nosso espírito já estiver preenchido por opiniões estabelecidas, por ponto de vista, por dogmas ou por uma concepção do mundo bem firmadas, então não haverá mais lugar para outra verdade.  Além disso, a verdade poderá ser completamente diferente daquela que imaginávamos.
Por essa razão, desde já peço ao leitor para manter o espírito aberto.  Esqueçamos durante a leitura deste livro nossas opiniões pessoais em matéria de religião, de política e de etnia, sejamos simplesmente como uma criança, abertos e capazes de aprender
Procuremos também não comparar o que é dito como uma opinião ou um ponto de vista já existente.  Sigamos nossa intuição, nosso sentimento e verificaremos, nós mesmos, se essas informações soam justas, mesmo que elas nos acabem desestabilizando.
Desprezemos nosso pensamento rotineiro, que poderia soprar-nos ao ouvido:  “Meu Deus, se tudo isso for verdade, que sentido tem, pois, minha vida e qual é o meu papel nesse cenário?”
Nada de pânico é o tema detalhado do último capítulo.
Este livro é um apelo a cada leitor para que exerça seu espírito crítico e se torne um cidadão emancipado. Buscai e encontrai vossa verdade:  examinai as coisas sem ligá-las, se possível, a um sistema de valores. Entretanto, esforço-me a limitar-me nas páginas seguintes a fatores históricos, ainda que eles não sejam reconhecidos como tais.  Passo por cima das teorias que poderiam ser as minhas para estabelecer uma síntese das fontes citadas no fim do livro e que estão, pois, ao alcance de todos.




BAIXE O LIVRO AQUI:  

http://www.umanovaera.com/conspiracoes/As_Sociedades_Secretas.htm





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via John-F-Kennedy.net


Os Cavaleiros do Apocalipse 

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A crise económica global. A Grande Depressão do século XXI 


O texto que se segue é o prefácio de The Global Economic Crisis. The Great Depression of the XXI Century, de Michel Chossudovsky e Andrew Gavin Marshall (Editores), Montreal, Global Research, 2010, 416 pgs., ISBN 978-0-9737147-3-9, a ser lançado no fim de Maio.

Capa de The Global Economic Crisis. Em todas as regiões do mundo a recessão económica está profundamente enraizada, resultando no desemprego em massa, no colapso de programas sociais do Estado e no empobrecimento de milhões de pessoas. A crise económica é acompanhada por um processo de militarização à escala mundial, uma "guerra sem fronteiras" liderada pelos Estados Unidos da América e seus aliados da NATO. O comportamento do Pentágono na "longa guerra" está intimamente relacionado com a reestruturação da economia global.

Estamos a tratar de uma crise ou recessão económica definida de modo estreito. A arquitectura das finanças globais sustenta objectivos estratégicos e de segurança nacional. Por sua vez, a agenda militar EUA-NATO serve para endossar uma poderosa elite dos negócios a qual implacavelmente eclipsa e mina as funções do governo civil.

O livro conduz o leitor através dos corredores do Federal Reserve e do Council on Foreign Relations, por trás das portas fechadas do Bank for International Settlements, dentro de luxuosos gabinetes de conselho de administração na Wall Street onde transacções financeiras de extremo alcance são rotineiramente efectuadas a partir de terminais de computador ligados aos principais mercados de acções, ao toque de um botão de rato.

Cada um dos autores aqui reunidos escava por trás da superfície dourada para revelar uma complexa teia de enganos e distorções dos media, os quais servem para esconder os trabalhos do sistema económico global e os seus impactos devastadores sobre as vidas das pessoas. A nossa análise centra-se no papel de poderosos actores económicos e políticos num ambiente forjado pela corrupção, pela manipulação financeira e pela fraude.

Apesar da diversidade de pontos de vista e de perspectivas apresentados neste volume, todos os colaboradores acabam por chegar à mesma conclusão: a humanidade está na encruzilhada da mais grave crise económica e social da história moderna.

O colapso dos mercados financeiros em 2008-2009 foi o resultado da fraude institucionalizada e da manipulação financeira. Os "salvamentos bancários" foram implementados com base nas instruções da Wall Street, levando à maior transferência de riqueza monetária da história registada, enquanto simultaneamente criava uma dívida pública inultrapassável.

Com a deterioração à escala mundial de padrões de vida e o afundamento dos gastos de consumo, toda a estrutura do comércio internacional de mercadorias está potencialmente em risco. O sistema de pagamentos de transacções em dinheiro está caótico. Em consequência do colapso do emprego, o pagamento de salários é rompido, o que por sua vez dispara uma queda nas despesas com bens e serviços de consumo necessários. Este mergulho dramático no poder de compra faz ricochete no sistema produtivo, resultando numa cadeia de despedimentos, encerramentos de fábricas e bancarrotas. Exacerbado pelo congelamento do crédito, o declínio na procura do consumidor contribui para a desmobilização de recursos materiais e humanos.

Este processo de declínio económico é cumulativo. Todas as categorias da força de trabalho são afectadas. Pagamentos de salários já não são mais cumpridos, o crédito é interrompido e os investimentos de capital estão paralisados. Enquanto isso, em países ocidentais, a "rede de segurança social" herdada do estado previdência, a qual protege os desempregados durante uma retracção económica, está também em perigo.

O mito da recuperação económica

A existência de uma "Grande Depressão" na escala da da década de 1930, se bem que muitas vezes reconhecida, é obscurecida por um consenso inflexível: "A economia está a caminho da recuperação".

Apesar de haver conversas acerca de uma renovação económica, comentadores da Wall Street persistentemente e intencionalmente têm deixado de lado o facto de que o colapso financeiro não é simplesmente composto por uma bolha – a bolha imobiliária da habitação – que já explodiu. De facto, a crise tem muitas bolhas, todas as quais superam a explodida bolha habitacional de 2008.

Embora não haja desacordo fundamental entre os analistas da corrente dominante acerca da ocorrência de uma recuperação económica, há debates tempestuosos sobre quando ocorrerá, se no próximo trimestre ou no terceiro trimestre do próximo ano, etc. Já no princípio de 2010, a "recuperação" da economia dos EUA fora prevista e confirmada através de uma barragem de desinformação dos media com palavras cuidadosamente escolhidas. Enquanto isso, os problemas sociais do desemprego agravado na América foram escrupulosamente camuflados. Economistas viram a bancarrota como um fenómeno microeconómico.

As informações dos media acerca de bancarrotas, ainda que revelando realidades a nível local que afectam uma ou mais fábricas, não apresentam um quadro geral do que está a acontecer aos níveis nacional de internacional. Quando todos estes encerramentos simultâneos de fábricas em cidades por toda a terra são somados, emerge um quadro muito diferente: sectores inteiros de uma economia nacional estão a fechar.

A opinião pública continua a ser enganada quanto às causas e consequências da crise económica, para não mencionar as soluções políticas. As pessoas são levadas a acreditar que a economia tem uma lógica por si própria a qual depende da livre inter-actuação de forças de mercado e que os poderosos actores financeiros, os quais puxam os cordéis nos gabinetes das administrações corporativas, não poderiam, sob quaisquer circunstâncias, ter deliberadamente influenciado o curso dos acontecimentos económicos.

A implacável e fraudulenta apropriação de riqueza é sustentada como uma parte integral do "sonho americano", como um meio de difundir os benefícios do crescimento económico. Como foi dito por Michael Hudson, arraiga-se o mito de "sem riqueza no topo, nada haveria para gotejar para baixo". Tal lógica enviesada do ciclo de negócios ofusca o entendimento das origens estruturais e históricos da crise económica global.

Fraude financeira

A desinformação dos media serve em grande medida os interesses de um punhado de bancos globais e especuladores institucionais, os quais utilizam o seu comando sobre mercados financeiros e de commodities para acumularem vastas quantias de riqueza monetária. Os corredores do Estado são controlados pelo establishment corporativo, incluindo os especuladores. Enquanto isso, os "salvamentos bancários", apresentados ao público como um requisito para a recuperação económica, facilitaram e legitimaram um processo ulterior de apropriação de riqueza.

Vastas quantias de riqueza monetárias são adquiridas através da manipulação do mercado. Mencionada muitas vezes como "desregulamentação", o aparelho financeiro desenvolveu instrumentos refinados de manipulação e engano sem rodeios. Com informação interna e conhecimento antecipado, os principais actores financeiros, utilizando os instrumentos do comércio especulativo, têm a capacidade para manipular e burlar os movimentos do mercado em seu proveito, precipitar o colapso de um competidor e arruinar economias de países em desenvolvimento. Estas ferramentas de manipulação tornaram-se uma parte integral da arquitectura financeira; elas estão incorporadas no sistema.

O fracasso da teoria económica dominante

A profissão das Ciências Económicas, particularmente nas universidades, raramente trata do funcionamento de mercados no "mundo real". Construções teóricas centradas em modelos matemáticos servem para representar um mundo abstracto e ficcional no qual os indivíduos são iguais. Não há distinção teórica entre trabalhadores, consumidores ou corporações, todos eles referidos como "actores individuais". Nenhum indivíduo isolado tem o poder ou a capacidade para influenciar o mercado; nem pode haver qualquer conflito entre trabalhadores e capitalistas dentro deste mundo abstracto.

Ao deixar de examinar a interacção de actores económicos poderosos na economia da "vida real", os processos de falsificação do mercado, a manipulação financeira e a fraude são ignorados. A concentração e centralização da tomada de decisão económica, o papel das elites financeiras, os thinks tanks económicos, os gabinetes dos conselhos de administração das corporações: nada destas questões é examinada nos programas de ciências económicas das universidades. A construção teórica é disfuncional; ela não pode ser utilizada para o entendimento da crise económica.

A ciência económica é uma construção (construct) ideológica que serve para camuflar e justificar a Nova Ordem Mundial. Um conjunto de postulados dogmáticos serve para preservar o capitalismo de livre mercado pela negação da existência da desigualdade social e a natureza orientada para o lucro do sistema é negada. O papel de actores económicos poderosos e como estes actores são capazes de influenciar o funcionamento dos mercados financeiros e de commodities não é um assunto que preocupe os teóricos da disciplina. Os poderes de manipulação de mercado que servem para a apropriação de vastas quantias de riqueza monetária raramente são tratados. E quando são reconhecidos, considera-se que pertencem ao âmbito da sociologia ou da ciência política.

Isto significa que a estrutura política e institucional por trás deste sistema económico global, a qual foi moldada no decorrer dos últimos trinta anos, raramente é analisada pelos economistas da corrente principal. Segue-se que a teoria económica como disciplina, com algumas excepções, não proporcionou a análise necessária para compreender a crise económica. De facto, os seus principais postulados do livre mercado negam a existência de uma crise. O foco da teoria económica neoclássica está no equilíbrio, desequilíbrio e "correcção de mercado" ou "ajustamento" através do mecanismo de mercado, como meio de colocar a economia outra vez "dentro do caminho do crescimento auto-sustentado".

Pobreza e desigualdade social

A política económica global é um sistema que enriquece muito pouco a expensas da grande maioria. A crise económica global contribuiu para ampliar desigualdades sociais tanto dentro como entre países. Sob o capitalismo global, a pobreza que aumenta cada vez mais não é o resultado de uma escassez ou de uma falta de recursos humanos e materiais. Exactamente o oposto é que é verdadeiro: a depressão económica é marcada por um processo de desligamento de recursos humanos e de capital físico. Vidas de pessoas são destruídas. A crise económica está profundamente enraizada.

As estruturas de desigualdade social foram, de modo muito deliberado, reforçadas, levando não só a um processo generalizado de empobrecimento como também ao fim dos grupos de rendimento médios e acima da média.

O consumismo da classe média, sobre o qual este modelo desregrado de desenvolvimento capitalista está baseado, também está ameaçado. As bancarrotas atingiram vários dos sectores mais activos da economia do consumidor. As classes médias no ocidente foram, durante várias décadas, sujeitas à erosão da sua riqueza material. Se bem que a classe média exista em teoria, é uma classe construída e sustentada pala dívida das famílias..

Os ricos, ao invés da classe média, estão rapidamente a tornar-se a classe consumidora, levando ao crescimento inexorável do crescimento da economia de bens de luxo. Além disso, com a secagem dos mercados de bens manufacturados para a classe média, verificou-se uma mutação central e decisiva na estrutura do crescimento económico. Com o fim da economia civil, o desenvolvimento da economia de guerra da América, suportado por um colossal orçamento de defesa de quase um milhão de milhões de dólares, atingiu novas alturas. Quando os mercados de acções despencam e a recessão se desdobra, as industrias de armas avançadas, os militares e empreiteiros da segurança nacional e as prósperas companhias de mercenários (entre outras) têm experimentado uma expansão e um crescimento estrondoso das suas várias actividades.

Guerra e crise económica

A guerra está inextricavelmente ligada ao empobrecimento do povo, internamente e por todo o mundo. A militarização e a crise económica estão intimamente relacionadas. O fornecimento de bens e serviços essenciais para atender necessidades humanas básicas foi substituído por uma "máquina de matar" orientada para o lucro a apoiar a "Guerra global ao terror" da América. Os pobres são feitos para combater os pobres. Mas a guerra enriquece a classe superior, a qual controla a indústria, os militares, o petróleo e a banca. Numa economia de guerra, a morte é um bom negócio, a pobreza é boa para a sociedade e o poder é bom para os políticos. Os países ocidentais, particularmente os Estados Unidos, gastam centenas de milhares de milhões de dólares por ano para assassinar pessoas inocentes em distantes países empobrecidos, enquanto internamente o povo sofre as disparidades de pobreza, classe, género e racial.

Uma "guerra económica" total que resulta em desemprego, pobreza e doença é executada através do mercado livre. Vidas de povos estão numa queda livre e o seu poder de compra é destruído. Num sentido muito real, os últimos vinte anos de economia global de "livre mercado" terminaram, através da pobreza e da exclusão social, com as vidas de milhões de pessoas.

Ao invés de tratar de impedir a catástrofe social, os governos ocidentais, que servem os interesses das elites económicas, instalaram uma polícia de Estado "Big Brother", com mandato para confrontar e reprimir todas as formas de oposição e discordância social.

A crise económica e social não atingiu de forma alguma o seu clímax e todos os países, incluindo a Grécia e a Islândia, estão em risco. Basta apenas olhar para a escalada da guerra no Médio Oriente e Ásia Central e para as ameaças dos EUA-NATO à China, Rússia e Irão para testemunhar como a guerra e a economia estão intimamente relacionados.

A nossa análise neste livro

Os colaboradores deste livro revelam as complicações da banca global e o seu insidioso relacionamento com o complexo militar industrial e os conglomerados petrolíferos. O livro apresenta uma abordagem inter-disciplinar e multi-facetada, dando também um entendimento das dimensões históricas e institucionais. As relações complexas da crise económica com a guerra, o império e a pobreza mundial são destacadas. Esta crise tem um alcance verdadeiramente global e repercussões que se reflectem por todos os países, em todas as sociedades.

Na Parte I, as causas gerais da crise económica global bem como os fracassos das teorias económicas dominantes são evidenciados. Michel Chossudovsky foca a história da desregulamentação financeira e da especulação. Tanya Cariina Hsu analisa o papel do Império Americano e o seu relacionamento com a crise económica. John Bellamy Foster e Fred Magdoff asseguram uma revisão abrangente da política económica da crise, explicando o papel central da política monetária. James Petras e Claudia von Werlhof apresentam uma revisão pormenorizada e crítica do neoliberalismo, centrando-se sobre as repercussões económicas, políticas e sociais das reformas do "livre mercado". Shamus Cooke examina o papel central da dívida, tanto pública como privada.

A Parte II, que inclui capítulos de Michel Chossudovsky e Peter Philips, analisa a maré ascendente de pobreza e desigualdade social resultante da Grande Depressão.

Com contribuições de Michel Chossudovsky, Peter Dale Scott, Michael Hudson, Bill Van Auken, Tom Burghardt e Andrew Gavin Marshall, a Parte III examine o relacionamento entre crise económica, Segurança Nacional, a guerra conduzida pelos EUA-NATO e o governo mundial. Neste contexto, como descrito por Peter Dale Scott, a crise económica cria condições sociais que favorecem a instauração da lei marcial.

O foco da Parte IV é o sistema monetário global, sua evolução e seu papel cambiante. Andrew Gavin Marshall examina a história da banca central bem como várias iniciativas para criar sistemas de divisas regionais e global. Ellen Brown foca a criação de um banco central global e de uma divisa global através do Bank for International Settlements (BIS). Richard C. Cook examina o sistema monetário baseado na dívida como um sistema de controle e apresenta linhas mestras para democratizar o sistema monetário.

A Parte V foca o funcionamento do Sistema Bancário Sombra, o qual disparou o colapso de 2008 dos mercados financeiros. Os capítulos de Mike Whitney e Ellen Brown descrevem em pormenor como o esquema de Ponzi da Wall Street foi utilizado para manipular o mercado transferir milhares de milhões de dólares para os bolsos dos banksters.

Estamos em dívida para com os autores pela sua investigação cuidadosamente documentada, análise incisiva e, acima de tudo, pelo compromisso inquebrantável para com a verdade: Tom Burghardt, Ellen Brown, Richard C. Cook, Shamus Cooke, John Bellamy Foster, Michael Hudson, Tanya Cariina Hsu, Fred Magdoff, James Petras, Peter Phillips, Peter Dale Scott, Mike Whitney, Bill Van Auken e Claudia von Werlhof apresentaram, com absoluta clareza, um entendimento dos diversos e complexos processos económicos, sociais e políticos que estão a afectar as vidas de milhões de pessoas por todo o mundo.

Temos uma dívida de gratidão para com Maja Romano da Global Research Publishers, incansavelmente supervisionou e coordenou a edição e produção deste livro, incluindo a ideia criativa da capa. Desejamos agradecer a Andréa Joseph pela cuidadosa fotocomposição do manuscrito e dos gráficos da capa. Também estendemos nossos agradecimentos e apreciação a Isabelle Goulet, Julie Lévesque e Drew McKevitt pelo seu apoio na revisão e correcção do manuscrito.

Crise da Grécia: terrorismo financeiro planejado pela "Nova Ordem Mundial"?

http://www.youtube.com/watch?v=F2-GTRZDuJU

 

A hipótese não é absurda e é até bastante provável, podendo se transformar numa onda a se alastrar por outros países, em tempos certos. Assista ao vídeo por inteiro e entenda!

Nova Ordem Mundial explicada 1

http://www.youtube.com/watch?v=15kFjL3W_Zo

 

A republica está caindo Grécia em crise é futuro do mundo 

 

http://www.youtube.com/watch?v=F2-GTRZDuJU



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http://www.realidadeoculta.com/illuminati.htmlhttp://observatoriopoliticobrasileiro.ning.com/video/pretensoes-nova-ordem-mundial
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