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Posted by Carlos Miranda

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Artigo – Os Vários Grupos dos Illuminati (1 de 2)

Capa de Seitas SecretasDo meu livro livro Seitas Secretas.
Estrela do primeiro livro de Dan Brown, o mesmo romance que apresentou Robert Langdon ao mundo e que logo ganhará as telas de cinema na continuação de O Código da Vinci, a Ordem Illuminati sempre esteve presente no imaginário popular desde sua criação.
Porém, como quase tudo que envolve as seitas secretas, houve uma grande difusão de várias origens e que, para o leigo, tornou ainda mais difícil saber com exatidão como nasceu tal grupo.
Bem, na verdade, um dos trabalhos mais difíceis é demonstrar que são um grupo de fato.
Pelo menos no que tange às versões mais ligadas às teorias de conspiração.
Um exemplo disso foi o recente filme A Lenda do Tesouro Perdido, da Disney, que mostrou Nicolas Cage em busca de um super-tesouro que pertenceria à maçonaria.
Porém o símbolo que mais aparece durante o filme não é o conjunto esquadro-compasso, mas sim a pirâmide com o olho que tudo vê, um símbolo mais ligado aos Illuminati e que, realmente, se vê na maioria das notas que compõem o dinheiro norte-americano.
Escrever com exatidão como essa seita surgiu é complicado pela própria diversidade de fontes e relatos.
Não dá para apontar, com certeza, qual das múltiplas versões existentes é a mais confiável.
A não ser, claro, que você se infiltre na Ordem e descubra por si mesmo. E mesmo assim, a exemplo de outras seitas abordadas neste trabalho, há vários grupos que adotam o nome e se consideram os “verdadeiros”.
Assim, resta ao leitor interessado em se associar a um desses grupos escolher pela aparência e torcer para que tenha caído no lugar certo.
Um bom lugar para iniciar um contato illuminati é mesmo a Internet. Uma busca no Google logo aponta para um site que se intitula como sendo “da Ordem” no Brasil. Mas pelo próprio endereço percebe-se que este grupo, pelo menos, apresenta uma aproximação com a maçonaria.
Alguns textos na página parecem indicar que tudo é apenas uma fachada e que os membros possuem sua própria identidade, embora os conceitos mais usados, como a definição da “Nova Ordem Mundial”, estejam todos lá.
Os capítulos desta Ordem já incluem as seguintes cidades brasileiras: Rio de Janeiro, capital; São Paulo, capital; Caçapava, São Paulo; Porto Alegre, Rio Grande do Sul; Belo Horizonte, Minas Gerais; Brasília, Distrito Federal; e Florianópolis, Santa Catarina.
Há mesmo Illuminati atuando no país? Muitas das fontes consultadas para a confecção deste trabalho indicam que sim, embora toda vez que alguma delas tenta identificar uma ligação com a Ordem, acabe por realçar sua ligação com a maçonaria.
Por exemplo, um dos textos de referência utilizados fala que uma figura política e histórica que teria sentido na pele “a força iluminada” foi Jânio Quadros.
Quando de sua renúncia a famosa frase onde afirmava que renunciava “por não agüentar o peso das ‘forças terríveis’” faria referência direta à atuação de representantes da Ordem.
Porém, como se sabe, Jânio era maçom, o que leva diretamente ao vínculo entre as Ordens.
Em outra passagem de um outro texto, cita-se a formação de capítulos Illuminati a partir de 1985 (embora não esclareça onde eles se localizariam) que ficaram conhecidos com o nome de Os Aquisitores.
Pela descrição de como seriam esses núcleos, pareciam mais lojas maçônicas do que grupos illuminati.
Essa mescla de ordens é histórica. Os diversos pesquisadores da história da Ordem concordam que sua verdadeira origem aconteceu na Bavária (ou Baviera), um dos 16 estados federais da Alemanha.
A idéia, ao contrário dos dados propagados por Dan Brown em Anjos e Demônios, não nasceu de pensadores e cientistas na época da inquisição, mas sim de um maçom, Adam Weishaupt, em 1776.
Para entendermos mais sobre o panorama Illuminati hoje é necessário fazermos uma rápida recapitulação sobre o que se sabe sobre Weishaupt e o panorama histórico que levou à fundação da seita.
O Começo do Nome
O termo Illuminati vem mesmo do latim e significa “os iluminados” (no plural, esmo, sendo seu singular Illuminatus). Historiadores indicam que esse mesmo nome teria sido adotado por livres pensadores em diversas épocas, remontando até 1090, a época de outra seita famosa e influente, a dos Assassinos (da qual falaremos com mais detalhes no Capítulo 10 que encerra este trabalho).
Além disso, o mesmo nome foi usado no século XIV por um grupo chamado Irmãos do Espírito Livre, um movimento herético medieval que foi condenado pelo papa Clemente V, o mesmo que ajudou na destruição dos Templários; e no século XV por adeptos do iluminismo, um movimento gnóstico que acreditava que o verdadeiro conhecimento não se originava de qualquer lugar ou pessoa secreta, mas sim de dentro das próprias pessoas, decorrente de um “estado alterado de consciência”.
Assim, podemos afirmar que o nome Illuminati já tem uma certa tradição por pertencer a movimentos esotéricos. O que parece ser mais provável é que este último grupo tenha sido o embrião da Ordem fundada na Baviera. Porém é apenas uma especulação.
O fato é que, em 1492, já havia um registro desta designação que era ligado a um grupo espanhol, os Alumbrados da Espanha. De fato, estes eram ligados aos iluministas do século XV e tiveram como principal líder uma mulher, conhecida como Beata de Piedrahita, que, claro, chamou a atenção da Inquisição quando se soube que ela firmava manter contato direto não só com Jesus, mas também com a Virgem Maria.
Historiadores espanhóis afirmam que ela só escapou de um destino mais cruel por intervenção de pessoas poderosas e influentes que a protegiam.
O grupo seguinte que seria associado a esse nome surgiu em 1623 na França. Os illuminés parecem ter obtido grande parte de suas crenças diretamente de pensadores que vieram de Sevilha, na Espanha.
Começou a se propagar naquele país por meio da região da Picardia e ganhou força quando um padre juntou-se ao movimento em 1634. Não durou muito: no ano seguinte foram dispersos.
Um século depois, no sul da França (a região mais propícia daquele país para abrigar movimentos heréticos e correntes de pensamento perigosas) um novo grupo adotou o nome. Porém este não era tão público quanto o anterior e logo preferiu permanecer no quase anonimato.
Atuou até 1794 e tinha afinidades filosóficas com um outro movimento, oriundo da Grã-Bretanha, os French Prophets (Poetas Franceses), uma divisão dos camisards (huguenotes ou protestantes franceses).
Vale registrar que há textos que afirmam serem os rosacruzes “descendentes” dos antigos Illuminati. Porém com as várias ramificações dessa Ordem e com a afirmação de que também seriam guardiões de tradições templárias, fica mesmo difícil tentar entender o que há de verdade nessa alegação.
Mesmo assim mantém a designação illuminati dentro de sua hierarquia: é o estado de plenitude que seus iniciados atingem depois de certo tempo de estudo.
Outro grupo que recebeu essa denominação e a usava de vez em quando, já que não era oficial, foram os martinistas, dos quais falaremos com mais detalhes no Capítulo 8. Como o leitor pode verificar, passamos apenas pelo começo dos registros históricos e já vimos cinco grupos que seriam os verdadeiros Illuminati (seis, se contarmos a seita dos assassinos).
Talvez a verdadeira “iluminação” seja uma mistura de todas as versões ou, quem sabe, nenhuma delas.
A Versão da Baviera
Adam Weishaupt era um professor de direito. Fundou a Ordem da Baviera no mesmo ano em que o lendário Conde Cagliostro se estabeleceu em Londres.
Este ramo tornou-se conhecido como o mais radical dos Illuminati, embora tenha durado apenas dez anos antes que fosse proibida e erradicada pelo governo local.
Weishaupt conseguiu estabecelê-la graças à sua associação com o barão Adolph von Knigge, da cidade de Ingolstadt.
O nome inicial não era apenas Illuminati, mas sim Antigos e Iluminados Profetas da Baviera (no original, AISB ou Ancient and Illuminated Seers of Bavária). Tinha propósitos bem simples:
“estimular uma visão humana e social; inibir todos os impulsos viciosos; apoiar a Virtude, onde quer que seja ameaçada ou oprimida pelo Vício; promover o progresso das pessoas de mérito e espalhar os conhecimentos úteis entre as numerosas pessoas que estão hoje privadas de toda educação”.
Weishaupt acreditava que os jesuítas, que na época dominavam a Bavária, eram os principais responsáveis pela condição sofrível em que o povo local vivia e que o poder da Igreja, que os apoiava, deveria ser desafiado e, em seguida, substituído.
Registros históricos indicam que o professor era um homem que buscava uma visão peculiar do mundo, com uma união de classes, religiões e nações em busca de uma fraternidade universal.
Essas idéias de igualdade e felicidade sem uma religião que causasse nenhum tipo de corrupção, eram, de certa forma, herdadas de filósofos franceses como Rousseau. Tudo para obter uma revolução sem derramamento de sangue.
Logo essas idéias atrairiam uma gama grande de intelectuais e políticos, recrutados entre maçons e ex-maçons.
Para avançar dentro dessa estrutura os Illuminati da Baviera tinham um esquema de estudo muito rígido. Eles começavam estudando conceitos simples e avançavam até os mais complexos, visando conquistar o título genérico de aeropagitas, nome tirado dos membros da antiga corte suprema de Atenas, na Grécia.
E justamente para proteger esse esquema de divulgação de idéias e segredos é que Weishaupt criou algumas “armadilhas”: ninguém que não fosse um aeropagita saberia sua verdadeira identidade; todos os escritos que envolviam assuntos da Ordem eram enviados em código; e os líderes da Ordem, bem como os locais de suas reuniões, recebiam nomes secretos, que eram retirados da história antiga.
Também era recomendado que seus membros espionassem uns aos outros e que fizessem relatóriso para entregar a seus superiores. A expansão da Ordem atingiu então países como Áustria, Suíça, Boêmia (hoje República Tcheca), Itália e Hungria. Apesar disso os associados nunca passaram da marca dos dois mil.
Quando o duque Carlos Teodoro tomou o poder na Bavária em 1794 a influência Illuminati começou a cair. O primeiro ato do novo governante foi emitir um decreto que proibia as sociedades secretas sem autorização formal para existirem. No ano seguinte saiu um novo decreto citando nominalmente os maçons e os Illuminati.
Weishaupt teve que fugir e procurou refúgio em Regensburg, cidade ao leste do antigo estado bávaro.
A coisa só piorou quando os homens do duque invadiram a casa de um ex-membro da Ordem e apreendeu inúmeros documentos que, embora codificados, foram facilmente decifrados, pois a chave estava no mesmo local.
Entre os papéis constavam descrições de experiências químicas e tratados que defendiam o suicídio.
Todas essas estranhas obras contribuíram para o nascimento do mito sobre os Illuminati serem uma Ordem secreta que visava o controle do mundo e das pessoas. Sabe-se que, até o ano de 1790, havia mais de 50 livros sobre a seita e alguns chegaram a detalhar práticas pagãs e esquemas diabólicos.
Muitos dos autores desses livros afirmavam veementemente que os seguidores de Weishaupt não haviam se dissipado, mas sim passado para a ilegalidade.


LANÇAMENTO – ARQUIVOS SECRETOS DO VATICANO


Capa do livro ARQUIVOS SECRETOS DO VATICANO
O que há de tão interessante nos Arquivos Secretos do Vaticano que pessoas do mundo todo, acadêmicos ou não, se interessam tanto? De uma simples referência como cenário do livro ANJOS E DEMÔNIOS, de Dan Brown, a citações em séries de tv como ARQUIVO X, esta instituição da Igreja Católica levou milhares de pessoas a imaginarem como seriam seus segredos.
Ainda hoje muita gente pensa no que haveria lá dentro. Documentos que comprovariam a ligação entre Jesus e Maria Madalena, registros de santos que nem sabíamos que existiam, papéis que provariam a inocência do papa Pio XII em sua omissão do Holocausto dos judeus na Segunda Guerra Mundial, o pergaminho de Chinon que inocentou os Templários… Muita coisa já foi especulada sobre o que de fato está em suas prateleiras hermeticamente fechadas.
Este livro tenciona esclarecer as coisas com muito cuidado para não misturar religião e história. Esclarece sobre as atividades da Inquisição, como eram as antigas heresias, a relação dos evangelhos apócrifos perdidos, entre outros tópicos interessantes.
A seguir leia a introdução do livro. E não deixe de adquirí-lo em sua banca de jornais mais próxima e nas melhores lojas virtuais.
Falar sobre o Vaticano já é pedir para lembrar de polêmicas. Com seu comportamento conservador e defensor ferrenho de atitudes pro vezes ultrapassadas, os padres e religiosos insistem em manter uma estrutura que, em todos os sentidos, se encontra deslocada do panorama político e econômico do mundo moderno.
Porém o verdadeiro tesouro da Santa Sé não está nos tesouros artísticos ou no luxo que suas construções ostentam, mas sim nos documentos de suas bibliotecas. Ou melhor, de uma biblioteca. Conhecida como os Arquivos Secretos do Vaticano, esta instituição já suscitou a imaginação de milhares de pessoas no mundo todo, que insistem em afirmar que há papéis importantes que, uma vez revelados, mudariam a história da humanidade como a conhecemos.
Nem mesmo a resolução de aos poucos abrir ao público o conteúdo de determinados períodos dos papados anteriores acalmou a opinião pública. Assuntos como o holocausto, a participação de Pio XII na II Guerra Mundial, os processos inquisitórios e até mesmo a suposta existência de documentos que comprovariam que o alto escalão da igreja sabia das atividades de padres tidos como pedófilos ainda estão entre as prioridades de pesquisadores sérios do mundo todo. E o mais engraçado é que, quando Dan Brown usou o local como cenário em seu primeiro romance com o personagem Robert Langdom, Anjos e Demônios, muita gente não acreditou que a seleção de pessoas para adentrar aqueles quilômetros e quilômetros de prateleiras cheias de documentos fosse real.
A História já demonstrou que, de fato, os padres passaram boa parte de suas vidas recolhendo relatos dos mais variados tipos, de atividades em vilarejos europeus a descrições de fenômenos supostamente sobrenaturais. Com a criação da Inquisição a quantidade de obras que foram recolhidas e tidas como heréticas acabaram por sobreviver ocultas nas prateleiras dos arquivos secretos. Que aquela instituição possui documentos históricos de valor incalculável, isso é uma certeza. Senão como poderiam aparecer pérolas como o Pergaminho de Chinon, que mostra que Clemente V teria absolvido os Templários quando estes foram acusados de heresia por Felipe IV da França? Mas até aí especular o que realmente está naqueles papéis requer muita imaginação por parte dos conspirólogos ou estudiosos de teoria de conspiração.
Este livro tenciona juntar vários pedaços de informação, originalmente divulgados pó jornais, revistas e sites, para compor, junto com o que se sabe originário de livros de historiadores, um cenário real sobre o que há em tão falada instituição. Se há algo mais que não sabemos, apenas a imaginação poderá responder.


LANÇAMENTO – ALMANAQUE DAS SOCIEDADES SECRETAS

As sociedades secretas fascinam as pessoas e incitam a imaginação daqueles que não são iniciados justamente por serem grupos onde conhecimentos muito seletos são transmitidos para aqueles que tem condição física e mental para absorvê-los. Essas informações já provocaram medo, ódio, perseguição religiosa e até mesmo viraram condição social para que determinado indivíduo fosse considerado como um adulto. Hoje, com o advento de filmes, romances e seriados, o assunto passou para o campo da alegoria e esses grupos deixaram o campo do secreto para se tornarem discretos, ou seja, todos sabem de sua existência, mas desconhecem seu verdadeiro propósito.
O intuito deste livro é apresentar o leitor para algumas das sociedades secretas mais tradicionais da história, destacando sua influência no momento em que foram concebidas e sua importância para a cultura geral, tanto oriental quanto ocidental. Da infame loja maçônica P2 à participação do conde Cagliostro nos Illuminati, do mistério do Priorado de Sião à influência da Thule no III Reich alemão, dos invisíveis rosacruzes ao poder financeiro do Clube Bilderberg, das heresias templárias à rigorosas regras da Opus Dei, este volume trará ao leitor tudo que é necessário que se saiba sobre o que esses grupos tão temidos fazem para deixar sua marca no tempo e nos governos dos países onde se estabelecem. Depois de ler, ninguém mais verá os símbolos secretos com os mesmos olhos…


Código de Comunicação
Os iniciados da rede de sociedades secretas sempre tiveram um código de comunicação
através de certas frases, palavras, apertos de mão engraçados e símbolos.
Também há uma série de assinaturas da Irmandade Babilônica que formam o seu idiomasecreto e que estão diariamente ao nosso redor. Eles são obcecados com os seus rituais esímbolos por causa do cérebro réptil deles e eu não posso enfatizar mais este ponto. É umaforma pela qual eles podem ser localizados e lido


M arionetes Illum inatis : W ill Sm ith
Como você pode ver, e como a maioria das pessoas que estudam esse assunto,
sabem que não é só através das músicas que as mensagens subliminares se
propagam e ficam cada vez mais demôniacas, os filmes são um dos principais
meios para essa propagação do controle mental através da mensagens ocultas
(por mais que alguns digam que nunca foram controlados ou fizeram coisas por
mensagens subliminares, sinto informar que todos já fizeram ou fazem alguma
coisa pelo o que já assistiu ou ouviu, pois cada mensagem subliminar tem um
objetivo, aos “imunes de mensagens escondidas”, garanto que um dia
perceberão alguma coisa).
Se pararmos para ver, perceberemos que a grande maioria dos artistas segue a
chamada “Agenda Illuminati”, isso porque eles se focam em determinadas
coisas e assuntos para que passem para o resto da população, Will Smith parece
ter seu foco na adoração a Osiris, em diversos filmes dele, vemos mensagens
escondidas que focam nesse tema (apesar de estar bem oculto e com outro
nome).
No filme “Sete Vidas”, percebemos algumas ligações com um filme seu lançado
anteriormente (se não me engano), o filme “Eu sou a lenda”, nestev i d e ov o c ê
pode ver algumas coisas bem ocultas nesse filme. Leia esse resumo depois veja
algumas “coincidências” nos filmes que ele fez

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