ABDUÇÃO, CRUZAMENTO, HIBRIDIZAÇÃO E DOMINAÇÃO POR ALIENÍGENAS

Posted by Carlos Miranda

5 DE ABRIL DE 2010

ABDUÇÃO, CRUZAMENTO, HIBRIDIZAÇÃO E DOMINAÇÃO POR ALIENÍGENAS




Todas as provas parecem sugerir que o objetivo final dos alienígenas é a integração na sociedade humana. E todos os seus esforços e toda a sua ati­vidade parecem se dirigir na direção do controle completo dos seres huma­nos na Terra. De fato, os abduzidos já estão vivendo sob o jugo da visitação e manipulação pelos alienígenas.


Agora é possível discernir pelo menos quatro programas específicos que os alienígenas têm utilizado para atingir seu objetivo:


1. O programa de abdução. Os alienígenas inicialmente selecionaram víti­mas humanas em todo o mundo e instituíram procedimentos para tirar esses seres humanos e seus descendentes do seu ambiente, sem serem notados.


2. O programa de cruzamento. Os alienígenas fazem coleta de esperma humana, alteram geneticamente o embrião fertilizado, incubam fetos em hospedeiras humanas e fazem com que os seres humanos se rela­cionem com os descendentes para o desenvolvimento desejado dos hí­bridos.


3. O programa de hibridização. Os alienígenas refinam os híbridos medi­ante alteração contínua e cruzamento com seres humanos através de gerações para torná-los mais humanos, embora retendo características cruciais alienígenas. Talvez os seres humanos sejam também alterados para adquirir características alienígenas.


4. O programa de integração. Os alienígenas preparam os abduzidos para eventos futuros. Finalmente, os híbridos ou os próprios alienígenas se integrarão na sociedade humana e assumirão o controle.


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Algumas das memórias conscientemente lembradas mais comuns são dos primeiros e últimos segundos de uma abdução, quando a pessoa ain­da está em seu ambiente normal. Os abduzidos muitas vezes se lembram de acordar e ver vultos de pé ao lado da cama. Mas, em vez de se lembrar de alienígenas, recordam-se de amigos ou parentes falecidos ou figuras religiosas. Lily Martinson, por exemplo, uma corretora de imóveis, lem­bra-se do seguinte incidente, quando estava de férias com sua mãe nas Ilhas Virgens, em 1987. Adormecida em seu quarto de hotel, ela acordou e viu seu irmão falecido, de pé ao lado de sua cama; ela se lembrava per­feitamente de suas feições e achou a sua presença segura e confortadora. Quando examinamos a lembrança sob hipnose, entretanto, a descrição que Lily fez do irmão foi a de uma pessoa sem roupas, pequeno, magro, sem pêlos e com grandes olhos. Não era seu irmão. Embora tenha ficado desapontada por não ter visto seu irmão, ela ficou satisfeita em saber a verdade. 


De fato, os alienígenas criaram, talvez involuntariamente, um obstácu­lo singular para esconder a verdade dos eventos. É a questão das "memórias inculcadas" - imagens que os alienígenas colocam propositadamente nas mentes dos abduzidos. Durante os procedimentos de visualização, os alienígenas podem mostrar aos abduzidos um grande número de imagens: explosões atômicas, meteoros chocando-se contra a Terra, o mundo partin­do-se em dois, degradação ambiental, desastre ecológico, pessoas mortas encharcadas de sangue e espalhadas pelo chão, e sobreviventes pedindo socorro ao abduzido. Ou os alienígenas podem criar imagens de Jesus, Maria ou outros santos. Essas imagens têm o efeito de serem tão nítidas que os abduzidos pensam que os eventos “realmente” ocorreram, ou que eles “realmente viram" as figuras religiosas. Isso pode constituir um problema, prin­cipalmente se o investigador não está familiarizado com os procedimentos de visualização e deixa de identificar as memórias inculcadas. 


Memórias lembradas durante a hipnose


A confiabilidade das memórias lembradas durante a hipnose depende não do hipnotizado, mas do hipnotizador. Usada erroneamente, a hipnose pode levar à confusão, fabulação, canalização e falsas memórias. Infelizmente, há um grande uso impróprio de hipnose na pesquisa de abdução. E, quando o evento de abdução é recuperado por um pesquisador que tem pouca experiência ou pouco treinamento nas técnicas de hipnose, tanto ele quanto o abduzido podem facilmente se iludir e acreditar que as coisas que aconte­ceram na abdução realmente se passaram. 


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As abduções são críveis?


Com os problemas de recuperação e interpretação de memória, será possí­vel que o fenômeno de abdução seja uma fantasia criada psicologicamente? A resposta é não, devido, em parte, à prova de que o fenômeno de abdução não se baseia exclusivamente na memória e nos relatos hipnóticos. Existem também provas concretas. Quando são abduzidas, as pessoas não aparecem nos lugares onde são esperadas - há quem chame a polícia, organize bus­cas, os pais ficam desesperados.


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Muitas abduções ocorrem a mais de uma pessoa, e, para reforçar a pro­va, pessoas que nunca ouviram falar do fenômeno de abdução já foram abduzidas. Uma Allison Reed preocupada me telefonou para dizer que seus filhos, presos de pânico, estavam se lembrando de eventos de abdução, sem nnda saber do assunto. Ela e seu marido têm uma história de experiências pessoais fora do comum que sugere atividade de abdução. Na época do telefonema de Allison, em 1993, seu filho Brian tinha sete anos e sua filha Heather tinha quatro. Ambos fizeram desenhos de alienígenas e descreveram como flutuaram de seus quartos e através da janela para um óvni que estava esperando. As crianças relataram detalhes de incidentes que só são conhecidos pelos pesquisadores de abdução veteranos e que não poderiam ter visto na mídia. Heather, por exemplo, contou à sua mãe uma conversa que tivera com um alienígena feminino: "Ela tentou me fazer crer que era minha mãe, mas eu sei que ela estava tentando me enganar." Heather disse isso para assegurar à mãe que não se deixaria enganar e sabia muito bem quem era sua verdadeira mãe.


O fato de duas pessoas serem abduzidas juntas e verificarem a presença uma da outra durante a abdução é outra prova adicional do fenômeno. Janet Morgan e sua irmã mais velha, Karen, foram abduzidas juntas muitas ve­zes, juntamente com outros membros de suas famílias. Cada uma delas pode se lembrar independentemente da abdução e descrever em detalhe o que aconteceu à outra, sem que tenham falado antes sobre o evento.


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É lógico que os alienígenas controlam os pensamentos das abduzidas para proteger a gravidez. Mas eles monitoram e gravam tudo que uma pes­soa pensa vinte e quatro horas por dia, ou escutam seletivamente? Se eles monitoram continuamente, então tudo o que uma abduzida pensa teria de ser recebido, gravado, avaliado e possivelmente providenciado. Não existe prova de que exista esse nível de monitoramento. Por exemplo, os alienígenas são atraídos por qualquer coisa diferente no corpo da abduzida: uma cica­triz de apendicectomia, uma mudança na cor do cabelo, uma tatuagem e assim por diante. Eles inspecionam cuidadosamente a área que mudou e perguntam à pessoa o que isso significa e como aconteceu. Se eles ficassem continuamente monitorando, provavelmente saberiam as respostas.


Assim sendo, os alienígenas têm de monitorar seletivamente. Se a abduzida pensa em cosméticos ou compras, não há reação. Mas, se a abduzida pensa em aborto, gravidez, bebês e implantes, esses pensamentos resultam em ações, se houver tempo. Quando levei Melissa para fazer um teste de ultra-som no ginecologista, os alienígenas não tiveram tempo de remover o "corpo estranho" implantado no seu corpo. Tudo aconteceu no espaço de uma hora.


Como os alienígenas controlam os pensamentos? Provavelmente, eles o fazem por meio de implantes. A maioria das abduzidas têm implantes alienígenas, que descrevem há anos, alojados nas fossas nasais, possivelmente perto do nervo óptico ou da glândula pituitária, ou na orelha. As abduzidas com implantes sofrem a vida inteira de problemas nasais, sangramento do nariz, congestão nasal, diminuição da audição, zumbidos e sangramento do ouvido. Os médicos têm observado tecidos cicatrizados anômalos e ori­fícios nas passagens nasais das abduzidas.

Existem também implantes que são colocados nas pernas, nos braços e no pescoço das abduzidas. Algumas abduzidas têm observado implantes no cérebro. Claudia Negrón descreve que recebeu esse tipo de implante du­rante um incidente em 1983.


Ele tem uma espécie de instrumento na mão. Parece, parece uma agulha, uma agulha hipodérmica, mas não é. (É) longa. Tem uma ponta compri­da e ele insere no meu ouvido, até bem fundo. E parece que vai bem dentro do cérebro, faz com que todo o meu cérebro se mexa, não sei, balança toda a minha cabeça. Ele disse que é importante. Ele comunica, ele diz: "Isso é importante", que tem de fazer isso.


Ele diz por que é importante, ou fala vagamente?


Ele diz que é importante para mim, mas na verdade eu tenho a sensação de que é mais importante para ele do que para mim. Acho que estão inserindo alguma coisa na minha cabeça. 
É realmente, realmente pequenino, muito pequeno, seja lá o que for. E ele diz que ninguém saberá que está ali.


Você reage a isso?


Não estou dizendo nada. Só estou sentindo a dor. Como que imobiliza­da por essa dor. Ele diz que não vai doer. Mas está doendo.


Mas está. Ele diz que não vai durar muito. Ele diz que depois não vou sentir nada. Nem vou saber que está ali. Ouvi alguma coisa estourar no meu ouvido. Oh. Oh!.. Perguntei a ele para que é isso, por que eles estão fazendo isso. Ele diz - ele não fala, só manda o seu pensamento. É como se ele projetasse os pensamentos para mim, e ele diz que eles têm de saber, eles têm de saber como eu vejo o mundo, como vejo as coisas, como interpreto as coisas, como elas ocorrem, e esse é o meio de monitorar isso. Isso diz a eles onde estou em todos os momentos. Eles sabem como eu reajo a cada situação e a cada momento. Ele diz que é importante para eles. Diz que é importante para a pesquisa deles. Eles têm de saber isso... pois querem saber como as crianças vão ser. Eles querem saber o que esperar quando elas crescerem. É tudo para as crianças


A função exata dos implantes não é clara, mas podemos fazer algumas especulações a partir das informações. Trata-se de complexos dispositivos multifuncionais que podem monitorar ou afetar os níveis hormonais para lactação, menstruação, ovulação e gravidez. Eles também devem servir de meio de localização das abduzidas. Os implantes no ouvido, na cavidade e nas fossas nasais podem servir a uma variedade de objetivos.




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Controlando os seres humanos


Um aspecto intrigante do fenômeno de abdução é o uso da varredura men­tal para excitar sexualmente as mulheres. Na varredura mental, que nor­malmente ocorre imediatamente após o exame médico inicial, um alienígena alto coloca seu rosto bem próximo ao rosto da abduzida e a encara intensa­mente. O alienígena pode provocar uma variedade de sentimentos e fazer com que a abduzida imagine situações específicas, por ele escolhidas. Um dos procedimentos mais comuns é o alienígena induzir sensações sexuais que vão aumentando gradativamente até que a abduzida atinja o orgasmo.


A questão se põe: Por que as sensações sexuais são estimuladas durante a varredura mental? Para chegarmos a essa resposta, precisamos saber o que faz o alienígena alto, que realiza a varredura mental, no momento do or­gasmo da abduzida. Ele imediatamente interrompe seu procedimento de olhar fixamente nos olhos da abduzida, abre as pernas da abduzida e come­ça os procedimentos ginecológicos. O procedimento mais freqüente durante o orgasmo é a coleta de óvulos. A indução do orgasmo não parece estar ligada a qualquer interesse em testar a reação sexual. Ao contrário, a prova sugere que os alienígenas precisam dos efeitos fisiológicos do orgasmo ­ tumescência, expansão, lubrificação e talvez ovulação - para facilitar os procedimentos ginecológicos que estão realizando. Embora o papel do or­gasmo seja controverso, a médica (e abduzida) Gloria Kane teve certeza de que, durante a varredura mental, o alienígena estava provocando a libera­ção de um óvulo de seu ovário.


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A capacidade que os alienígenas têm de olhar nos olhos das abduzidas e efetuar uma grande variedade de mudanças na função cerebral é extraordiná­ria. Inicialmente, isso parecia quase sobrenatural ou místico, como se Svengali estivesse olhando para Trilby, dominando-a para fazer tudo o que ele queria. Mas o místico e o sobrenatural não fazem parte do fenômeno de abdução. Os alienígenas usam seu conhecimento avançado da fisiologia humana para nos controlar e finalmente para se assegurarem de que os humanos aceitem o programa de cruzamento e as outras partes de seus planos.


A habilidade dos alienígenas de controlar os seres humanos é o resulta­do da manipulação do cérebro humano. Por exemplo, quando os alienígenas se aproximam dos olhos do abduzido, para começar o procedimento de fitar seu olhar, quase imediatamente o abduzido sente os efeitos físicos e emocionais. Uma forma de explicar isso é que os alienígenas usam o nervo óptico para penetrar nas vias neurais do cérebro. Excitando o nervo óptico, o alienígena consegue "viajar" nas vias neurais, através do quiasma óptico até o corpo gênico lateral, e dali ao córtex visual no fundo do cérebro. Dali, ele pode viajar para o córtex visual secundário e continuar nos locais dos lobos parietais e occipitais e no hipotálamo. Através dessa rota, o alienígena pode estimular as vias neurais, viajar para muitos sítios neurais e causar o "lança­mento" de neurônios em qualquer lugar que desejar.


Os estímulos cerebrais permitem que os alienígenas produzam uma variedade de efeitos. Se os alienígenas podem se conectar com as vias neurais, podem reconstituir as memórias dos abduzidos. Podem injetar novas ima­gens diretamente no córtex visual, ultrapassando as observações normais da retina, dando às pessoas a ilusão de que estão "vendo" coisas que passa­rão a ficar armazenadas em sua memória, como lembranças de abdução. Eles podem penetrar em locais dentro do sistema límbico e causar emoções fortes como medo, raiva e afeto. Eles podem criar sensações de excitação sexual que se acumulam em orgasmo. Podem criar um tipo de amnésia que ajuda a manter o segredo.


Usando o nervo óptico, os alienígenas podem, de fato, penetrar o siste­ma nervoso autônomo da medula espinhal e se ramificar no sistema nervo­so parassimpático, dando-lhes acesso praticamente a qualquer órgão. Os abduzidos falam freqüentemente de terem sensações físicas nos seus genitais, na bexiga e em outras zonas, quando os alienígenas realizam procedimen­tos de varredura mental. As reações fisiológicas para ereção e ejaculação nos homens e tumescência, expansão e lubrificação nas mulheres podem ser geradas artificialmente desta forma.


É claro que não se sabe como os alienígenas atingem o nervo óptico, mas existem algumas pistas. Quando começa a varredura mental ou qual­quer procedimento de olhar nos olhos, o abduzido não pode desviar ou fechar os olhos; eles devem ficar fixos e abertos. O abduzido é obrigado a olhar fixamente os olhos do alienígena. A maioria dos abduzidos relatam que os olhos do alienígena são marrons, escuros ou negros, e opacos. Ou­tros descrevem o que lhes parece líquido dentro dos olhos dos alienígenas. Outros freqüentemente vêem uma estrutura móvel ou trêmula dentro dos olhos que gera "luz". É possível que o mecanismo, que emite luz, atinja o nervo óptico para iniciar a jornada dos alienígenas através das vias neurais.


Alguns abduzidos sentem quando o contato se faz. 




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"Tenho a impressão de, como se ele estivesse tentando por diversos cami­nhos - é quase uma sensação física, como se houvesse cabos e cordões entrelaçados, finos como fios de cabelo, mas bem esticados. Parece que nunca passei por isso... ele está apertando ali, e encontrando caminhos entre eles para chegar a um certo ponto. É uma sensação de uma faca perfurando e forçando caminho entre as coisas... alguma coisa entre ativo e passivo... não é como abrindo e vendo o que está lá dentro, é como um emaranhado de fios, e alguém os está puxando e separando para ver onde cada um deles está ligado.'


Alguns abduzidos visualizam pensamentos e imagens esparsas, enquanto os alienígenas atravessam as suas vias neurais, como se a "viagem" enervasse essas vias neurais, como um "subproduto" do procedimento. Uma mulher viu a estrutura de uma casa, uma carruagem, o cabelo de uma peruca, al­guém lavando a cabeça de um manequim (sem corpo) num tanque, um iceberg, em um fiorde, o telhado de uma casa velha no inverno, duas crian­ças, uma gravura antiga com dois políticos. Outro abduzido imaginou um pente, dentes, números, letras, parte de um rosto, um homem se despencando de um edifício, um pássaro voando, o corte de uma faca, uma perna, o buraco de um rato, um relógio de bolso e batatas.


Uma vez ligado às vias neurais do abduzido, o alienígena essencialmen­te tem liberdade de fazer o que quiser. O abduzido não tem mais controle dos seus próprios pensamentos. Os alienígenas podem exercer poder abso­luto sobre as mentes e os corpos dos abduzidos. Eles podem fazer os abduzidos pensar, sentir, visualizar ou qualquer coisa que quiserem.


A capacidade que os alienígenas têm de atingir as vias neurais das abduzidas não é automática. Eles rodam e torcem suas cabeças para achar o melhor ângulo para fisgar o nervo óptico. Eles imobilizam a cabeça da abduzida de modo que ela não faça nenhum movimento que possa pertur­bar o enlace. Kathleen Morrison teve uma varredura mental fora do comum, na qual o primeiro alienígena não conseguiu fazer o enlace adequa­do. Depois que o primeiro alienígena tentou por vários minutos sem sucesso, outro alienígena o substituiu e ela pôde rapidamente sentir os efeitos da varredura mental a que estava acostumada.


Mas outra abduzida resistiu com sucesso ao enlace mental. Reshma Kamal descobriu que tinha mais controle muscular do que o normal e o usou para impedir uma conexão neural. Ela mexeu rapidamente os olhos para frente e para trás, enquanto repetia uma frase religiosa em árabe. O primeiro alienígena tentou fazer contato e não conseguiu. Ele distraiu a sua atenção causando-lhe uma dor de cabeça e ameaçou não levá-la de volta à sua casa, mas ela se recusou a ceder. Outro alienígena o substituiu e au­mentou as ameaças. Ainda assim ela recusou-se, embora começasse a se sentir tonta de tanto mexer os olhos. Um terceiro alienígena tentou; e ainda um quarto. Eles não conseguiram impedi-Ia de mover os olhos. Finalmente, eles desistiram e disseram que continuariam o procedimento na próxima abdução.


As abduzidas dizem que, de alguma forma, sabem que os procedimen­tos mentais são relacionados aos híbridos. As abduzidas sugerem que os alienígenas gravam as informações e, então, as transferem para as mentes dos híbridos a fim de que eles aprendam como os seres humanos vivem e sentem. Existem também procedimentos nos quais os híbridos transferem informações diretamente dos humanos para suas mentes. 


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(VÁRIOS TIPOS DE ALIENS)


Em minha pesquisa inicial, enfoquei os seres cinzentos porque essa é a forma predominante de vida que os abduzidos vêem. Entretanto, agora é importante notar que os abduzidos também relatam outros subgrupos. Às vezes eles relatam seres pequenos com uma cor diferente de pele - bronze­ada ou branca são as mais freqüentes. Eles também descrevem característi­cas faciais variáveis, tanto nos seres altos quanto nos seres mais baixos. De longe a diferenciação mais proeminente é na aparência geral. Existem os cinzentos comuns, mas também há os "nórdicos", com forma de répteis, com forma de "insetos", ou seres altos vestindo robes ou aventais, sempre seres altos.


Como a maioria dos alienígenas são pequenos e cinzentos, durante anos eu pensei que os nórdicos eram exemplos de fabulação ou o desejo de trans­formar os alienígenas feios em humanos bonitos, louros e de olhos azuis. Depois de ouvir muitos relatos sobre esses alienígenas com aparência mais humana, concluí que as provas sugerem claramente que os nórdicos são mais provavelmente híbridos adultos, ou produto de cruzamento de humanos com alienígenas. Os híbridos são crucialmente importantes e descreverei os seus papéis mais tarde.



Os relatos de formas de "répteis" ou "insetos" podem ser simplesmente uma questão de escolha de palavras, e alguns abduzidos aplicam esses termos descritivos aos alienígenas a quem outros abduzidos podem descrever como cinzentos "comuns". Assumindo, entretanto, que os seres em forma de rép­teis e insetos são realmente tipos diferentes, é de notar que os abduzidos qua­se sempre os vêem como alienígenas cinzentos, nunca sozinhos, e que as tare­fas que desempenham são sempre tarefas que estão dentro da matriz normal dos alienígenas. Eles geralmente realizam as funções mais especializadas do alienígena mais alto. As abduzidas freqüentemente expressam repulsa ou medo desses alienígenas, às vezes caracterizando-os como “mesquinhos” ou “maus”, embora elas não apresentem os motivos dessas opiniões.

Embora não tenhamos ainda delineados os papéis dos seres "com for­ma de répteis", aqueles com forma de "insetos" são os que apresentam mais importância. As abduzidas têm relatado a presença de um alienígena que parece ter uma "posição" mais alta e têm o status de supervisor dos alienígenas mais altos. Ele é muito alto e geralmente usa uma capa ou um robe longo com um colarinho alto. Geralmente é descrito com aparência de inseto, e parece mais ou menos como um louva-a-deus em atitude de oração ou uma formiga gigante. Ele examina somente de vez em quando os abduzidos e mais freqüentemente realiza processos de varredura mental. Quando se comunica telepaticamente com os seres humanos, sua conversa é fre­qüentemente mais substantiva, e ele às vezes é mais aberto na informação que fornece. Mas geralmente fica no fundo, observa os procedimentos de abdução e pode dar ordens aos seres mais altos.

A existência de seres com tarefas específicas sugere uma "sociedade" hierárquica e a probabilidade de um "corpo governamental", com uma cadeia de comando de cima para baixo vindo dos seres com aparência de inseto para os alienígenas cinzentos mais baixos. Outros alienígenas pare­cem agir de uma forma mais subserviente em relação aos alienígenas com aparência de insetos. Se este é o caso, podemos formular a hipótese de que eles possuem a maior autoridade para todo o programa de cruzamento, e, portanto, pode ser o grupo que o iniciou.


Os abduzidos freqüentemente comentam que os alienígenas mostram uma mentalidade de "colméia". Os alienígenas mais baixos, especialmente, são parecidos, vestem-se da mesma forma e agem juntos, e a bordo do óvni nada fazem que possa sugerir características de personalidade individual. Toda a atividade individual é dirigida ao objetivo da abdução e realizada de um modo clínico e desapaixonado. Os alienígenas cinzentos mais altos parecem ter mais individualidade, e os alienígenas com aparência de inse­tos e vestidos de robes parecem ter mais ainda.





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As hipóteses de que os abduzidos reprimem as memórias para enfren­tar trauma de uma abdução também têm problemas comprobatórios. Os mecanismos de reflexão de memórias traumáticas são altamente discutí­veis e, mesmo que a hipótese fosse verdade, a freqüência das abduções milita contra a repressão de cada caso. Há muitos eventos de abdução que não são traumáticos e que também não são lembrados. Além disso, os pesquisadores não encontraram relatos de procedimentos pós-hipnóticos que os alienígenas pudessem usar para "enterrar" o evento de abdução. Se esses procedimentos existissem, os pesquisadores os viriam em cada abdução relatada.


Embora a neurologia exata não seja conhecida, é mais provável que os alienígenas armazenem os eventos de abdução diretamente no sistema de memória de longo prazo do abduzido, ultrapassando a memória de curto prazo e evitando o mecanismo que permite a sua reconstituição. A hipnose restaura o dispositivo que permite que as memórias venham à tona. Disse­ram a Reshma Kamal que os alienígenas não "apagam" completamente as memórias porque há aspectos delas que devem ser guardados pelos abduzidos para futura referência. Assim as memórias permanecem intactas, mas ina­cessíveis por meio da lembrança normal.

Durante anos, o fenômeno de abdução permaneceu escondido por baixo de camadas diretas e indiretas de proteção - crenças sociais, hostilidade científica, lembrança consciente incompleta, fabulação em testemunho reconstituído hipnoticamente e manipulação da memória induzida pelos alienígenas. Diversamente das aparições de óvnis, não existem traços de radar, fotografias, filmes ou videoteipes da abdução. A prova é primordialmente testemunhal, com um artefato ocasional. Somente uma coisa é certa: qual­quer que seja a razão para isso, a estratégia de segredo dos alienígenas tem sido enormemente bem-sucedida. A maioria das pessoas que tiveram uma vida inteira de experiências de abdução permanecem inconscientes do que lhes aconteceu. Elas negariam como loucura qualquer sugestão de que esti­veram envolvidas com o fenômeno de abdução, mesmo que tivessem sido abduzidas algumas horas antes.


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Métodos de proteger o segredo


O ponto inicial do segredo é evitar que o abduzido se lembre do que acon­teceu, uma estratégia que é mais compreensiva do que simplesmente indu­zir a amnésia. Primeiro, todos aqueles próximos ao evento de abdução não devem ter consciência do que está acontecendo. Assim, os alienígenas roti­neiramente imobilizam, tornam inconsciente ou alteram a percepção das testemunhas potenciais de abdução. Com efeito, eles "desligam" as pessoas próximas de maneira que não possam interferir nos eventos. Os maridos, as esposas, os amigos, os passantes - todos ficam inconscientes da abdução.

Segundo, o abduzido é separado de um grupo. Por exemplo, se ele está num piquenique, irá dar uma "caminhada” e não voltará por uma hora e meia; quando volta, ele explica vagamente que "se esqueceu do tempo", e seus amigos ignoram o incidente. Assim os alienígenas mantêm o segredo quando abduzem alguém em meio a um grupo de pessoas.


Terceiro, para tornar a recuperação da memória mais difícil, os aliení­genas esmaecem o que o abduzido ainda tiver de memória, injetando lem­branças confusas e "falsas" na sua mente. Por exemplo, se a pessoa é abduzida na cama, pode se lembrar de um "sonho" nítido e realista. 


Outras abduções podem produzir "memórias anteparo" e animais encarando o abduzido ­corujas, veados, macacos, esquilos. Um abduzido pode pensar que viu um "anjo", um "demônio", ou um parente falecido em pé ao lado da cama. A sociedade fornece uma variedade de explicações e os abduzidos as escolhem e as incorporam dependendo da sua formação e da sua cultura.


O segredo se estende ao aspecto físico da abdução, e "esconder" a re­moção de um abduzido é parte integral disso. Quando a pessoa é abduzida do seu meio ambiente normal, relata que flutuou diretamente através de uma janela fechada, ou através de uma parede, ou através do teto ou do telhado para um óvni que estava esperando. Entretanto, as pessoas que es­tão do lado de fora raramente vêem isso, porque os alienígenas de alguma maneira fazem com que eles, os abduzidos e o óvni, fiquem "invisíveis" durante a abdução.


As abduções muitas vezes ocorrem em automóveis e os alienígenas tam­bém, nessa situação, guardam segredo. Quando a pessoa está dirigindo, os alienígenas fazem com que o carro pare, de forma que o abduzido possa caminhar para o óvni que está esperando ao lado da estrada (às vezes o abduzido flutua diretamente através do pára-brisa). Tipicamente, os alienígenas esperam até que não haja mais carros na estrada, ou obrigam o abduzido a se dirigir para uma estrada deserta e ali esperar pela abdução. Freqüentemente, os alienígenas levam o carro com o abduzido, resolvendo o problema de deixar um veículo abandonado no acostamento da estrada.


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Ameaças ao segredo


A política de segredo ainda não foi implementada perfeitamente. Apa­rentemente, os alienígenas não podem manter um segredo total. Há teste­munhas que vêem óvnis. Traços de sua existência foram deixados em forma de marcas no chão e efeitos físicos no ambiente. Muitos abduzidos têm lem­branças conscientes de suas experiências. Os abduzidos tomam consciência do "tempo perdido". Eles apresentam cicatrizes inexplicáveis e outras "pis­tas" físicas. Além desses sintomas da atividade de abdução, a política de segredo tem muitas outras vulnerabilidades.


O primeiro ponto vulnerável é o artefato mecânico implantado em muitos abduzidos. Andar com um implante pode ser arriscado. O sistema de monitoração, que alerta os alienígenas das tentativas de remover o im­plante, não funciona numa situação de emergência. Pelo que sei, em pelo menos vinte ocasiões, os abduzidos, que não tinham conhecimento de suas experiências de abdução, espirrara para fora um implante ou o expeliram de outro modo. Potencialmente, a perda pode comprometer o segredo. Os alienígenas têm sido "sortudos", pois esse não é o caso; o abduzido incons­ciente e confuso presume que o objeto se introduziu acidentalmente ("o vento deve ter jogado isso no meu nariz"). O abduzido pode se sentir com­pelido a descartar o objeto. Por exemplo, uma jovem expeliu um objeto de duas polegadas, parecendo um plástico amarelo, de dentro da sua vagina, o que, é claro, a deixou chocada e amedrontada. Ela "sabia" que tinha de se livrar do objeto imediatamente. Ela o jogou na privada e, então, deu des­carga três vezes para ter certeza de que havia desaparecido. Depois, sentiu-­se melhor.


Para manter o segredo dos alienígenas, é importante não ser fotografa­do ou gravado em fitas de vídeo. Eles são extremamente cautelosos, para fazer com que o abduzido desligue qualquer equipamento fotográfico, que possa detectá-Ios, antes de uma abdução. Se necessário, podem causar uma falha de energia na casa ou na vizinhança, para evitar que um equipamento colocado para fotografá-los possa trabalhar. Eles não querem ser vistos.


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Razões para o segredo


A questão crítica ainda permanece: Por que os alienígenas são tão secretos? A resposta pode ser encontrada nos motivos e propósitos do programa de cruzamento. Como o feto deve ser protegido, o método mais efetivo de evitar que a abduzida saiba da sua gravidez é conservá-Ia secreta para ela. Em resposta à pergunta de Lucy Sanders, um alienígena foi surpreendente­mente direto. Ele disse a ela:


Nós temos o nosso próprio interesse, porque estamos removendo o seu óvulo e usando-o para nossos propósitos genéticos. Sabemos que isso vai ser muito perturbador para a fêmea humana, porque ela é um órgão reprodutivo entre duas espécies, ela é a hospedeira para a reprodução, e nós somente removemos aqueles de que precisamos.


Quando Lucy lhe perguntou o que isso significava, ele respondeu:


Às vezes usamos a fêmea humana como hospedeira para propósitos reprodutivos genéticos. Sentimos que, se a fêmea da espécie sabe que está sendo usada como uma hospedeira, pode desejar remover o que sente que não é seu. Assim, nós colocamos um vazio (bloco) muito forte no seu processo de memória, de modo que ela não tenha nenhuma idéia de que o implante foi colocado ali. Faremos a mesma coisa com você, quando, como no passado, implantarmos em você.


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Além da proteção do feto, existem outras razões para o segredo. Se as abduções são, como todas as provas indicam, um fenômeno intergeracional, no qual os filhos das abduzidas são abduzidos, então um dos objetivos dos alienígenas é a geração de mais abduzidos.


Será que todos os filhos das abduzidas são incorporados ao fenômeno? A prova sugere que a resposta é "sim". Se uma abduzida tem filhos com um não-abduzido, as chances são de que toda a sua descendência venha a ser também abduzida. Isto significa que através do crescimento normal da população, divórcio, casamento, e assim por diante, a população de abduzidos crescerá rapidamente através das gerações. Quando esses filhos crescerem e se casarem e tiverem seus próprios filhos, todos eles, independentemente do fato de se casarem ou não com abduzidos, também serão abduzidos.


Para proteger a natureza intergeracional do programa de cruzamento, ele deve ser mantido em segredo para as abduzidas, pois assim elas continua­rão a ter filhos. Se as abduzidas soubessem que o programa é intergeracional, poderiam decidir não ter filhos. Isso faria com que uma parte crítica do programa se interrompesse, o que os alienígenas não podem permitir.


A razão final para o segredo é a expansão do programa de cruzamento. Para se integrar lateralmente na sociedade, os alienígenas devem ter certeza de que as abduzidas vão se relacionar com os não-abduzidos, a fim de produzir crianças abduzidas. Se as abduzidas tivessem consciência do progra­ma, poderiam se decidir a não ter filhos de jeito nenhum ou somente se relacionar com outros abduzidos. Assim, o número de uniões, para efeito de ter filhos entre abduzidas e não-abduzidos, iria declinar, colocando em perigo o progresso do programa de cruzamento.


O programa de cruzamento deve ser mantido secreto não somente para as mulheres mas também para os homens e a sociedade em geral. Quando Claudia Negrón tinha seis anos, uma jovem menina híbrida explicou-lhe pelo menos uma parte do programa.


Eu pergunto a ela por que eles estão fazendo isso. Ela diz que é para o bem de todos e que eles têm de fazer isso. É muito importante e eu não sou a única. Há muitos... e um dia eu vou saber do que se trata, mas não agora. Porque, se eles contarem para as pessoas do que se trata, então o seu projeto estará arruinado. Então, por enquanto, eles têm de manter o projeto secreto. Eu pergunto a ela que tipo de projeto é esse. Ela diz que é para fazer um mundo melhor, para fazer um lugar melhor.


Poderia se argumentar que, uma vez que temos provas do programa de cruzamento, o segredo ficou efetivamente comprometido. Mas esse não é o caso. A muralha de segredo dos alienígenas somente será penetrada quan­do muitas pessoas dentro da nossa sociedade, talvez a maioria, perceberem completamente o que está acontecendo a elas e compreenderem as impli­cações para si mesmas e seus descendentes. Passados cinqüenta anos de conhecimento público das aparições e das abduções pelos óvnis, o debate continua sobre se o fenômeno é "real", e a comunidade científica se recusa a estudá-lo.


***


Assim, no momento presente, a política de segredo dos alienígenas foi e continua a ser enormemente bem-sucedida, apesar dos milhões de relatos de aparições e de abduções por óvnis. A grande maioria dos abduzidos têm as memórias de suas experiências trancadas nas mentes, entrelaçadas por um labirinto de sonhos, fábulas, falsas memórias e imagens induzidas ­exatamente onde os alienígenas desejam que elas fiquem. E, se os abduzidos recuperarem essas experiências, enfrentarão restrições sociais, ridículo, in­credulidade e condescendência.

O segredo não é necessário para proteger a sociedade do "choque" da revelação do "contato". Nem é necessário para proteger a vida do indiví­duo contra perturbações. O segredo é necessário para proteger o programa de cruzamentos dos alienígenas. É uma medida defensiva. Não contra a hostilidade de seres humanos violentos e amedrontados. Mas contra a hostilidade de uma população hospedeira que iria ser contra o fato de ser vítima de um programa generalizado de exploração fisiológica.




***



Produzindo híbridos



O acompanhante de Allison lhe disse que o fato mais importante sobre esses seres é que nenhum deles podia se reproduzir. Pareciam ser fracassos de tentativas anteriores de hibridização. ''A raça humana não é a primeira que eles encontraram, ou com a qual tentaram trabalhar", disse ela. "Nós somos apenas aqueles mais compatíveis e com quem eles podem obter resul­tados, porque não podem-se sustentar por muito tempo, pois eles (os alienígenas) são o resultado de mistura genética, alteração, manipulação, ou outra palavra assim.”



O pequeno para quem você está olhando não pode se reproduzir?


Não. Nenhum deles. Eles não podem se reproduzir - nenhum deles. Então, além das partes que fracassaram como aquele branco sem habili­dade mental... de certa forma, eles não conseguiram chegar lá. Mas, fora disso, os três de quem eu falei não podem se agüentar. Minha compreen­são é que, através da sua evolução, digamos, eles chegaram ao ponto em que a sua própria reprodução é um problema. Mais ou menos como a síndrome do cruzamento do cavalo com o jumento, em que você obtém uma mula sem sexo. E aí houve um negócio que saiu errado. Eu não sinto que aconteceu imediatamente. De alguma forma, eles conseguiram reproduzir, mas como são o resultado de uma alteração genética, através dos anos e das gerações, isso diminuiu. Acho que é mais ou menos como quando os homens simplesmente ficam estéreis depois de anos e anos, o que quer que seja...


Ele lhe diz como eles eram antes da alteração genética?


Não, ele não especifica isso... Só afirma que ele e o seu povo cinzento são o resultado de manipulação genética de alguma espécie superior, penso eu, que tentou fazer o papel de Deus e misturou e reproduziu sei lá o quê. É o que ele me diz... Ele e seu povo foram criados por meio de alteração genética e de uma inteligência mais desenvolvida... eu não sei para que eles foram criados. Mas o que entendi é que foram criados para um propósito e, através dos anos, não conseguiram mais se reproduzir. Pelo que ele me disse... não foram eles que começaram isso. Eles são um resultado, como os híbridos são, de alguma coisa. De uma inteligência mais desenvolvida. Foi o que captei dele. Eu acho. Isso é só o que ouvi.


Essa explicação sugere que os alienígenas tentaram um programa de reprodução antes de virem à Terra e que eles têm períodos de tentativas e erros. A idéia de que os seres cinzentos eram eles mesmos produtos de ex­periência de hibridização também foi confirmada durante uma das abduções de Reshma Kamal. O alienígena parecido com um inseto disse a ela que os alienígenas cinzentos eram produto de tentativas anteriores de hibridização com humanos, mas o programa era defeituoso e deixou os alienígenas cin­zentos sem a capacidade de reprodução. Então, os alienígenas com aparência de insetos começaram um novo programa de hibridização humana com técnicas diferentes, que têm levado mais tempo, mas têm sido mais frutífe­ras. Qualquer que seja o caso, os seres humanos têm sido mais apropriados para eles. Nós podemos nos reproduzir e eles podem reproduzir por nosso in­termédio.




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Durante anos, os abduzidos têm relatado uma variedade de tipos híbridos. Alguns híbridos se parecem muito com alienígenas. Outros parecem uma combinação de seres huma­nos e alienígenas, e outros parecem extremamente humanos. Embora o processo exato de hibridização não seja conhecido, é possível, agora, for­ mular uma teoria que explica os tipos desbaratados de híbridos e suas ativi­dades. 


A hibridização parece progredir em estágios. Pelos relatos de abdução, é claro que ela começa in vitro com a reunião dos espermas, de óvulos hu­manos e material genético alienígena. O resultado desta reunião, que é "de­senvolvido" parcialmente numa mulher hospedeira e parcialmente num dispositivo de gestação, é um ser híbrido que é um cruzamento entre alienígenas e humanos (híbrido 1). Muitos desses híbridos parecem quase alienígenas. Eles têm grandes olhos negros sem a parte branca; corpos pe­quenos e magros; braços magros; pernas magras; cabelos finos, esparsos e quase inexistentes; uma boca pequena; orelhas pequenas ou quase inexisten­tes e queixo pontudo. Eles não têm genitais. Alguns parecem tanto com os alienígenas que os abduzidos freqüentemente os confundem com alienígenas "puros”.


O próximo estágio (talvez o segundo) no processo de hibridização ocorre quando os alienígenas juntam um óvulo humano e esperma e assimilam material do híbrido do primeiro estágio (híbrido 1) no zigoto. Isto tam­bém começa como um procedimento in vitro e, então, requer tanto uma hospedeira humana quanto um dispositivo de gestação para o feto poder "nascer". A descendência resultante é um cruzamento entre o híbrido 1 e o humano. Estes seres (híbridos 2), ainda se parecem muito com os alienígenas. Eles têm a cabeça com a forma estranha, o queixo pontudo, altos zigomas, e uma pequena quantidade de branco nos olhos; seu cabelo é ainda muito ralo, mas em maior quantidade; seus corpos são magros mas largos. Não há nenhuma prova de que o híbrido 2 possa reproduzir. Quando maduros, esses híbridos de primeiro estágio muitas vezes ajudam os alienígenas com os procedimentos de abdução e são uma parte integral da mão-de-obra alienígena. Os abduzidos os vêem cuidando dos bebês e das crianças híbri­das, e executando outras tarefas importantes.


O próximo (talvez terceiro) estágio de hibridização envolve tomar um óvulo humano e esperma, e adicionar material genético do híbrido. Como os estágios anteriores, o processo de hibridização em estágio intermediário começa in vitro, continua no útero e também depois num dispositivo de gestação. Os híbridos resultantes (híbridos 3) parecem-se muito com os humanos. Se vestidos de maneira adequada e usando óculos escuros, eles po­deriam "passar" por humanos, embora tenham uma aparência peculiar. Os abduzidos dizem que os híbridos 3 podem ter muito escuro nas suas pupi­las e não ter pálpebras ou dlios. Como os híbridos dos estágios anteriores, esses híbridos ajudam os alienígenas, e alguns são responsáveis por traba­lhos mais complexos - realizando até abduções completas sem a supervi­são dos alienígenas.


A hibridização atinge um ponto crítico na geração de estágio mais avan­çado, "possivelmente" o quarto ou quinto. Mais uma vez, os alienígenas usam o processo de hibridização comum, combinando o óvulo humano e o esperma com material genético de um híbrido 3. Os híbridos resultantes de estágio avançado estão tão próximos dos humanos que poderiam facilmente “passar” por humanos sem serem notados.


A maioria dos híbridos de estágio avançado têm olhos de aparência normal (talvez apenas com a pupila um pouco dilatada). A cor da sua pele parece com a da pele humana, mas às vezes é um pouco mais clara. Muitas vezes, eles têm cabelo tipo escovinha, mas alguns têm cabelos com­pridos e até encaracolados. Alguns não têm sobrancelhas ou cílios, e a maioria não têm cabelo no corpo ou no púbis. Seu tórax às vezes é ma­gro, às vezes musculoso, mas nunca obeso. Muitas vezes são louros com olhos azuis, embora os abduzidos tenham notado uma variedade de cores de cabelo e dos olhos. As fêmeas têm características sexuais dos humanos e cabelo mais longo. A maioria dos machos têm genitais normais, mas os pênis poderiam ser considerados muito finos. Os machos não são circun­cidados. Esses híbridos de estágio avançado são chamados de "nórdicos" pelos abduzidos.


Os híbridos de estágio avançado possuem a extraordinária habilidade mental dos alienígenas. Eles podem realizar procedimentos de encarar, var­redura mental, visualização, projeção de imagens e assim por diante. Têm domínio quase completo sobre os abduzidos, que relatam ter um pouco mais de controle físico e mental durante a atividade de abdução pelos híbridos - não o bastante entretanto para resistir efetivamente às abduções.


Os híbridos de estágio avançado têm um atributo singularmente importante: podem se reproduzir com humanos. Podem ter relações com os humanos de maneira "normal", superando a fase de coleta de óvulos e es­perma das abduções. A descendência híbrida resultante é levemente dife­rente dos Seres humanos "normais".


Embora se desconheça exatamente o número de estágios de desenvol­vimento de híbridos, as provas apontam inexoravelmente para o desenvol­vimento de um híbrido progressivamente parecido com o ser humano e com o comportamento humano, e a habilidade alienígena de manipular os seres humanos. Se os híbridos machos de estágio avançado podem repro­duzir com as híbridas fêmeas de estágio avançado não se sabe. Os abduzidos têm relatado que as fêmeas híbridas de alto estágio têm tido dificuldade em levar uma gravidez a termo.


Uma vez que os híbridos nascem, os alienígenas os dirigem em um tipo específico de serviço. Por exemplo, foi dito a Kathleen Morrison que alguns híbridos são para adquirir conhecimento, alguns são para "assis­tir" e alguns para ambas as tarefas. Ela também compreendeu que os "modelos" híbridos de geração avançada têm mais "poder" do que os pri­meiros. Claramente, nem todos os híbridos são iguais em comportamento e capacidade.




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A maioria da atividade híbrida independente é realizada por híbridos de estágio avançado com projeto pessoal. Os relatos dão a entender que eles podem subsistir na sociedade humana por doze horas. E achamos que a maioria da atividade híbrida independente ocorre entre híbridos e abduzidas. (Entretanto, esses dados podem se modificar, à me­dida que os pesquisadores obtenham maiores informações sobre a ativida­de híbrida independente.) Parece que a maioria da atividade híbrida independente se relaciona exclusivamente com abduções, mas geralmente acontece fora dos lugares da atividade normal dos óvnis. A atividade híbri­da independente ocorre na casa de uma abduzida ou no seu ambiente de trabalho. Às vezes essas abduções ocorrem ao ar livre, tanto à noite quanto de dia, em locais onde os passantes não podem ver os híbridos.


O caso de "Deborah", uma mulher solteira de 31 anos, fornece um bom exemplo de atividade híbrida independente. Ela recebeu um telefonema de um estranho, que marcou um encontro para uma "entrevista de emprego". Ela foi a um escritório mobiliado modestamente com uma mesa e duas cadeiras. Quando ela se sentou, a atividade híbrida começou imediatamente e consistia num "entrevistador" de aparência estranha, que lhe fez pergun­tas bizarras. Quando a entrevista terminou, ela teve a forte impressão de ter tido relações sexuais com ele. Voltou para casa com a lembrança da "entre­vista”, esquecendo os detalhes. Dias depois ela passou pelo edifício, mas ele estava vazio.


A maioria das abduzidas ignora a freqüência da atividade híbrida inde­pendente. Ela é uma exceção e não a "regra", mas, à medida que os investi­gadores descobrem mais eventos de abdução, torna-se mais freqüente a presença de híbridos com projeto pessoal, bem como a ocorrência de ativi­dade híbrida independente. É importante notar que há pouca prova de híbridos que realizem atividades humanas "normais" - trabalhando num emprego, morando num apartamento e assim por diante. Quando os hí­bridos aparecem no local de trabalho de uma abduzida, ou mesmo em outros lugares, como um bar ou restaurante, eles estão realizando funções legadas ao programa de abdução. Eles não aparecem porque estão interessados no trabalho ou no lazer dos humanos. 




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É imperativo obter mais dados sobre a atividade híbrida independente. Precisamos saber por que, por exemplo, eles viajam muitas vezes em camionetes ou até em helicópteros. Às vezes os helicópteros são "reais"; às vezes a abduzida pensa que está vendo um helicóptero, mas é uma ilusão. Algumas abduzidas relatam terem visto helicópteros voando em torno de suas casas. É claro que a maioria dos helicópteros são reais. Sua proximida de das casas das abduzidas pode ser fruto de uma coincidência e eles nada têm a ver com a abdução. Entretanto, alguns desses helicópteros são parte de uma atividade híbrida independente. Para complicar as coisas, a análise de alguns relatos sobre helicópteros revela que não têm caudas ou rotores, e têm um formato mais circular ou tubular, e não fazem barulho. Isso é uma "memória anteparo" de um óvni.


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Os alienígenas trouxeram à Terra um programa altamente eficiente de exploração fisiológica. Os programas de hibridização e de cruzamento se introduziram em nosso mundo e assumiram o controle das vidas dos abduzidos. Os alienígenas têm explicado aos abduzidos que esses progra­mas são necessários para "salvar" o futuro. Eles têm concentrado sua comu­nicação com os abduzidos na necessidade de salvar o meio ambiente, na necessidade de evitar, ou pelo menos enfrentar, o risco de destruição em massa, e nos benefícios da mudança, que é como alguns deles se referem ao evento culminante nos seus planos para o futuro. Mas quem irá se benefi­ciar da mudança?


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Talvez a pesquisa da Organização Roper forneça uma pista. Os ativistas político-sociais, um grupo incluído na pesquisa, responderam positivamente em maior número do que os demais grupos a todas as perguntas da pesqui­sa, indicando que possivelmente há um maior número de abduzidos nesse grupo. De acordo com a Organização Roper, essas pessoas são "americanos influentes". Eles são muito mais criadores de tendências do que seguidores de tendências (o itálico é deles). Eles são mais abastados e mais educados do que a maioria dos americanos, e presumivelmente acima da média em inteligência. Se há de verdade mais abduzidos nesse grupo do que em ou­tros grupos da sociedade, então pode ser que esteja ocorrendo uma altera­ção sutil, que não seja necessariamente visível nem se perceba nos abduzidos individualmente, mas que se manifeste nas estatísticas de grupo. Isso pode sugerir que os alienígenas estão de alguma forma alterando os seres humanos para facilitar os seus planos. Mas nesse momento não há informações suficientes para confirmar essa hipótese assustadora.


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Eles parecem diferentes quando você olha para eles? É possível que você perceba de repente: "Oh, sim, é aquele." Ou você ainda não os distingue? Só há uma maneira de dizer e é o campo de energia, o campo de energia em torno deles, mas a menos que você possa ver não dá para dizer.
Um campo de energia em torno deles.
Mas, você sabe, o homem, a mulher, a família com que ele está - eles não ficaram em preto e branco. E os seus filhos não ficam em preto e branco. Somente ele. Minha impressão é que ela não é um deles.
Você quer dizer a esposa?


Certo. Mas não sei se os dois filhos não são considerados deles, porque... eles não consideram que os descendentes desse híbrido e dessa mulher valem a pena surgir em preto e branco. Eles são como nós. Talvez porque ela não fosse uma híbrida, não sei. Mas as crianças, os filhos dele, não são considerados híbridos, embora o pai seja híbrido. Assim, tudo continua. O branco e preto desaparece e tudo volta ao velho jogo. É quando eu ouço aquela coisa sobre o campo de energia.


Que é o campo de energia que os distingue?


Mas eu não o vejo. Não o vejo em ninguém. Mas vai haver gente que vai ver e eles saberão. Isso é uma loucura. Os que podem ver ou distin­guir... aqueles que vêem o campo de energia e sabem a diferença, e vai haver uma revolta sobre isso, e eles serão eliminados. Então, há uma questão de poder. Não sinto a experiência. Eu mais ou menos sinto que isso não somente é feito geneticamente mas também com esse objetivo, acho que tem um poder ou motivação política, como também no sentido das coisas... 


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Um híbrido de último estágio foi excepcionalmente duro com Reshma Kamal, durante uma longa conversação sobre o que os alienígenas estão planejando fazer. Ele forneceu mais uma visão aterrorizante do futuro.


E ele está me dizendo que: "Você sabe como tem lembranças?" E eu estou dizendo: "O que você quer dizer com lembranças?" Ele está dizen­do: "Você sabe como se lembra do seu pai, sua mãe, sua irmã, das festas de aniversário?" Penso que ele está me dando um exemplo e digo que sim. E ele continua: "Um dia chegará quando as pessoas que são como você também não terão essas lembranças. Elas vão ser como eu." Como se ele dissesse assim. E eu estou dizendo: "O que você quer dizer com isso?" E ele está dizendo: "Você não compreende?" Eu digo que não, ou melhor, só mexo com a cabeça. E ele me diz novamente que escute. Ele diz: "Só vai existir uma utilidade para você. Você não vai ter lembranças ” como tem agora. E eu estou perguntando a ele: Você quer dizer eu? Ele continua: "Não. As pessoas que virão depois de você." Não entendi o que ele quis dizer com isso. Ele está me perguntando: "Você entendeu?" Eu estou balançando a cabeça negativamente. Estou perguntando: "Eles não vão me levar, vão?" E ele está dizendo: "Eles não vão levar você. Eles é que virão." Não entendo o que ele quis dizer. De novo pergunto o que eles estão fazendo... Ele olha para mim e levanta o braço. Ele está dizen­do como: "Você está vendo isso?" E eu digo: "O quê? Seu braço?" Ele continua: "Deixe pra lá." Eu digo: "Não, diga para mim. O que (os alienígenas) estão fazendo?" E ele está dizendo tudo em que eles estão interessados, que não importa o que aconteça, são eles que vão estar no controle




***


Os planos dos alienígenas


Os alienígenas têm sugerido que não está distante a hora na qual seus programas terminarão e eles terão atingido os seus objetivos. Muitos abduzidos acreditam que cedo "algo vai acontecer" e que os alienígenas es­tão perto do seu objetivo. Disseram a Claudia Negrón que o tempo é curto:


Um deles está falando comigo.
O que ele está dizendo?
Ele está dizendo que os estou ajudando, e que deveria estar orgulhosa disso. Eles estão contentes comigo, e os estou ajudando muito. Eles dizem que precisam fazer isso, eles têm de fazer isso, e que eu deveria estar feliz por ser parte disso. Eles não podem dizer agora o que é, mas dirão mais tarde. Numa outra hora eles me dirão.
Eles lhe dirão o que é?
Eles me dirão o que é e me mostrarão. Vão me levar lá e me mostrarão, mas agora não podem. Está quase pronto, mas não está completo. Há ainda mais para fazer...
Então ele diz que está quase completo, mas não de todo, e eles ainda têm coisas para fazer?
Bem, eu compreendo que ele está falando do futuro e está falando sobre eles - a sua raça. Eles têm de guardar segredo sobre isso. Tem de ser assim, pois de outro modo eles não conseguirão.


Pam Martin foi sugestionada a acreditar que os planos dos alienígenas têm três estágios - gradual, acelerado e rápido. Os alienígenas lhe indica­ram que estão agora no estágio acelerado e ela sentiu "que tudo isso vai de­sabar mais depressa do que as pessoas pensam". Um alienígena disse a Jason Howard que isso aconteceria perto de 1999. Os alienígenas em ge­ral são vagos em relação a datas, porém a maioria insinuou que a mudança viria, como disseram a Claudia Negrón em 1997, quando ela lhes fez uma pergunta direta: "Logo. Em breve." Os indícios são que isso pode significar ou dentro dos próximos cinco anos ou dentro das próximas duas gerações.


O fato de que os alienígenas e híbridos parecem primariamente ocupa­dos com a Terra e não com os seres humanos é preocupante; eles não co­mentam a respeito da conservação da vida, ou do valor da humanidade, ou das instituições humanas. Dizem que pretendem fazer um mundo melhor, mas nunca falam em se associar aos humanos, coexistência pacífica, igual­dade. Disseram a Reshma Kamal que depois da mudança haverá uma for­ma de governo: os alienígenas parecidos com insetos exercerão controle total. Não haverá necessidade de governos nacionais. Haverá "um sistema" e "um objetivo" .


Como para reafirmar seu plano, os alienígenas falam do futuro mas não dizem o que a maioria dos abduzidos e pesquisadores gostaria de ouvir: "Em pouco tempo vamos embora. Nosso programa terminou. Obrigado pela ajuda. Depois que sairmos, ninguém terá certeza de que jamais estivemos aqui." Isso nunca é dito. O futuro para os alienígenas e os híbridos é sem­pre um futuro na Terra, onde eles serão integrados com os humanos. Eles não oferecem outra possibilidade. 


Ainda existe outro aspecto muito perturbador do futuro, do ponto de vista dos alienígenas. Quando eles se referem aos "humanos", estão falando dos abduzidos. O futuro dos não-abduzidos ou com os não­-abduzidos é raramente assunto de alguma conversa. Eles disseram a Reshma Kamal que os não-abduzidos serão mantidos como uma peque­na população de cruzamento, para o caso de o programa de hibridização ter problemas imprevistos. Allison Reed foi sugestionada de modo a acre­ditar que os não-abduzidos são descartáveis. A prova parece sugerir que o futuro será primeiramente dos alienígenas, dos híbridos e dos abduzidos. Os não-abduzidos terão um papel inferior, se tiverem algum. A nova ordem será controlada pelos alienígenas com aparência de insetos, seguidos pelos outros alienígenas, e os híbridos, e abduzidos, e finalmente os não-abduzidos.


***




O desafio de compreender as aparições de óvnis, que ocuparam tanto do meu tempo e atenção quando comecei minha pesquisa, é agora uma memória distante. Naquela época tratei o fenômeno como um quebra-cabeça gi­gante, sem perceber que o quadro completo seria muito mais angustiante do que meu otimismo e minha excitação durante o tempo em que eu o desven­dava. À medida que as peças se juntavam, uma inquietação começou a me incomodar. Desde cedo percebi que o fenômeno óvni era a única ocorrência física com a qual deparávamos que ditava ativamente os termos do seu estu­do. Não percebi que nossa inabilidade em estudar o fenômeno era parte de um programa calculado de propósito para esconder suas atividades.
A enxurrada de informações sobre o fenômeno de abdução me causou um choque revelatório, comparável ao que os abduzidos sofrem quando per­cebem o que Ihes está acontecendo. Agora tenho conhecimento interno das ações e dos motivos dos alienígenas. Os mistérios dos óvnis "caçando" auto­móveis, desaparecendo, deixando marcas nos corpos das pessoas e assim por diante - todos constituíam elementos rotineiros da atividade de abdução. O que os pesquisadores estavam ouvindo dos que haviam passado por essas experiências ou mesmo visto aparições de baixa altitude de óvnis eram meros fragmentos de lembranças, muitas vezes distorcidas e incompletas. Mediante hipnose competente, o que ouvi de inúmeras pessoas que haviam sido abduzidas e levadas a bordo de óvnis eram relatos similares, complexos, detalhados, todos levando a conclusões inevitavelmente desconcertantes.


Quando ouvi pela primeira vez a narrativa de certos procedimentos alienígenas, eles me pareceram ilógicos e irracionais, mas, à medida que tomava conhecimento dos objetivos dos alienígenas, eles pareceram exata­mente o oposto. Tudo o que os alienígenas fazem é racional e objetivo. Me­diante o uso de uma tecnologia superior, tanto física quanto biológica, eles estão empenhados numa exploração biológica sistemática e clandestina, e talvez numa alteração dos seres humanos com o propósito de passar adian­te, aos seus descendentes, suas qualidades genéticas, a fim de que estes se integrem na sociedade humana, para sem dúvida controlá-la. Seus planos são egocêntricos, sem considerar os seres humanos, como seria de esperar de um programa que enfatiza a reprodução. 


É possível que no final haja algum benefício para nós, mas, se sobrevivermos como espécie, o preço dessa caridade será a renúncia da liberdade de ditarmos o nosso próprio destino e, muito provavelmente, o aniquilamento de nossa liberdade pessoal.


Através de pesquisa competente, muitos dos desafios do fenômeno de abdução foram enfrentados, muitos dos seus mistérios solucionados. E um dos seus aspectos surge com uma claridade cristalina. Os alienígenas têm nos enganado. Eles nos induziram uma atitude de incredulidade e compla­cência, desde o início de nossa consciência da sua presença. Assim, não pudemos compreender as dimensões da ameaça que eles representam e não tomamos medidas para intervir. Agora pode ser tarde demais. Minha pró­pria complacência há muito já se foi, substituída por um sentimento de profunda apreensão e até alarme. Sabemos o que significa seu comporta­mento e agora torna-se imperativo nos perguntarmos quais as conseqüên­cias que esse comportamento trará às futuras gerações da sociedade humana. Talvez a resposta a essa pergunta não seja encontrada até que eles comple­tem seus planos, mas acho que não teremos de esperar muito tempo.


Levamos mais de cinqüenta anos, mas finalmente aprendemos por que os óvnis estão aqui. Agora sabemos as dimensões alarmantes dos planos e objetivos dos alienígenas. Eu jamais poderia imaginar que fosse assim. Es­pero desesperadamente que isso não seja verdade. Não penso no futuro com muita esperança. Quando era criança, eu sonhava com um futuro brilhante. Quando era criança, via o futuro com esperança. Agora temo pelo futuro dos meus próprios filhos.


Se você pensa que pode ter tido um envolvimento com o fenômeno de abdução, eu gostaria de ouvir a respeito de suas experiências. Por favor es­creva para:


Dr. David M. Jacobs 
Department of History 
Temple University 
Philadelphia, PA 19122 
USA


Ou mande um e-mail para: 
Djacobs@VM.Temple.edu




A correspondência será tratada como confidencial. Dependendo da dis­ponibilidade de tempo, toda a correspondência será respondida.




Trechos selecionados do livro "A AMEAÇA" de David Jacobs




13 DE DEZEMBRO DE 2009

UFOS, VIAGEM NO TEMPO, ETC - PROJETO CAMELOT ENTREVISTA DAN BURISH

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Project Camelot entrevista Dan Burisch


1 - http://www.youtube.com/watch?v=kjmcI8E-oGo 


2 - http://www.youtube.com/watch?v=CUd2GFDhgeo&NR=1 


3 - http://www.youtube.com/watch?v=ltpaL70Kfa0&NR=1 


4 - http://www.youtube.com/watch?v=_EKhzmGyXIs&feature=related 


5 - http://www.youtube.com/watch?v=T2aErivuKA0&feature=related 


http://www.youtube.com/user/deusmihifortis#p/search 


Texto de :


http://pistasdocaminho.blogspot.com/2009/11/uma-historia-estranha-e-dan-burish-ex.html 


Uma história estranha e Dan Burish, ex- MJ-12


segunda-feira, 30 de novembro de 2009


A entrevista do Projeto Camelot com Dan Burisch, microbiólogo do MJ-12, agência secreta criada para investigar o fenômeno OVNI, criar tecnologia a partir de OVNIs resgatados e desenvolver novas tecnologias a partir da interação com EBEs (entidades biológicas extra-terrestres), É SIMPLESMENTE A MAIS INCRÍVEL QUE JÁ ASSISTI ATÉ AGORA. Eu disse incrível não por que ache que seja ficção ou verdade, mas simplesmente pela natureza dos relatos vindos de um cientista que esteve por dentro dos projetos secretos negados sistematicamente pelo governo dos EUA, relatos que coincidem com outros de pessoas que estiveram em condições semelhantes. É uma entrevista em 12 partes, legendadas em espanhol, eis aqui como aperitivo as duas primeiras.




Serão essas pessoas (Dan Burisch, Alex Collier, David Icke, David Wilcock, Bárbara Marciniak, Jane Roberts, Bob Dean e tantos outros) completos pirados, viciados em "tarja preta alienígena"...risos? No, no lo creyo, pero los otros dicen que si...




O que ganham essas pessoas que colocaram sua reputação, imagem e cabeça à prêmio?




A ESTRANHA HISTÓRIA DE J-ROD UM EBE




Quando eu primeiro ouvi falar de Bill Uhouse, um engenheiro mecânico aposentado de Las Vegas, contar sua história de ter estado envolvido em engenharia de tecnologia reversa em certa instalação do governo, eu fiquei surpreso e confuso. Fiquei surpreso porque ele indicou que o grande chefe do projeto era uma entidade biológica extraterrestre que ele conhecia como J-Rod que supostamente havia chegado a Terra em 1953. Segundo uma outra fonte chamada BJ, foi discutido posteriormente neste artigo, o " J" e o "Rod" serem derivados das primeiras tentativas de estabelecer comunicação entre a entidade biológica extraterrestre, o EBE, e os cientistas americanos que privavam do contacto com o EBE . Desde a divulgação do Documento de Instrução do MJ-12 de Eisenhower no início dos anos de 1980, o termo EBE tem se tornado de uso popular para designar o diminutivo, os humanóides de cor cinza associados aos discos acinzentados. Uma outra variante de pronúncia é Eben, usada pelo físico Paul Bennewitz e outros. Alguns implicam que os Ebens eram também uma classe de EBEs com certas características físicas distintas e dita estar trabalhando com nossos cientistas militares e engenheiros em vários projetos. Segundo BJ, nenhuma linguagem para funcionar como interface com o EBE existia em 1953, e assim uma série de símbolos foram mostrados para testar sua reação. Alguns símbolos pareciam-se com letras e outros eram formas geométricas. O primeiro símbolo que o EBEN apontou parecia um "J." O outro era uma "barra inercial" que parecia um bastão. Assim, os humanos o chamaram "J-Rod." Eu fiquei confuso porque imaginei o porque ele estava revelando a informação concernente a uma operação altamente classificada e estava também cético sobre um outro interno com histórias sobre a Área 51 e S-4.




Kingman, Arizona 1953




O engenheiro Bill Uhouse afirma que houve a queda de uma aeronave EBE perto de Kingman, Arizona em 1953 e que quatro entidades sobreviveram. Isto teria sido seis anos depois das famosas quedas e recuperações de Roswell de uma "nave interplanetária de origem desconhecida". Em Kingman, segundo Uhouse, dois Ebens incapacitados e outros dois que estavam em boas condições foram recuperados por unidades do governo americano especialmente treinado para estas missões de resgate. Os dois não humanos em boas condições foram permitidos reentrar na nave e as entidades incapacitadas foram levadas a uma específica instalação médica. Ele também afirma que a equipe de recuperação que tinha entrado na nave para inspecioná-la ficou com uma misteriosa doença.




A nave foi carregada a bordo de um trailer e levada para a área de testes de Nevada ao norte de Las Vegas. Bill Uhouse afirma que os eventos em Kingman eventualmente resultaram no projeto que o emprega para desenhar e construir um simulador de vôo que nossos aviadores pudessem usar para aprender como pilotar um disco. Bill afirma que encontrou um dos aliens que aparentemente supervisionava este projeto e que era conhecido como J-Rod . Bill disse que trabalhava em Los Alamos e Área 51. Bill conta uma história fascinante e isto teria permanecido apenas uma história até ler sobre um documento que se propõe ser um papel técnico sobre amostras de tecido retiradas de um EBE conhecido como AQ-J-ROD. BJ diz que "AQ" significa Projeto Aquários sob o grupo Majestic -12 criado pelo Presidente Harry S. Truman em 1947 e destinado à pesquisa de discos acidentados e corpos não humanos que tinham caído na América na década de 1940.




J-Rod, Conselheiro Técnico, Área de Testes de Nevada




Em visitas ao simulador de vôo, Bill Uhouse ocasionalmente veria quem agia como conselheiro técnico para o programa ultra-secreto no qual Bill trabalhava. Era J-Rod, um típico EBE de pele cinza, sem pelos e sem expressões faciais. Ele tinha grandes olhos que são típicos destas criaturas. Diz-se ter 200 anos, sofrendo de deterioração celular e ainda localizado em Papoose S-4, Área 51 em Nevada. Mas não posso confirmar isso. Segundo Bill Uhouse, a coisa engraçada era como ele usava calças humanas e uma camisa solta. Seus pés eram diferentes, mas não sei de que forma. Suas mãos de quatro dedos eram longas.




Nota :- Editorial Note de EARTHFILES A Repórter e Editora Linda Moulton Howe: Em setembro de 1998, uma fonte que eu entrevistei longamente que deseja ser chamada simplesmente de "Kewper" me disse que trabalhou em C-A e Ar-y Signal Corps entre 1956 e 1960. Ele estava estacionado em uma escola do exército que ensinava criptação no sudeste americano. Seu supervisor pediu a Kewper para se juntar a um grupo CI altamente classificado para analisar fotografias, desenhos, documentos e outras evidências de todo o mundo relacionadas à presença de uma inteligência não humana. Kewper disse que em agosto de 1958, ele, seu chefe e outros cinco colegas voaram para a base da força aérea de Nellis , Nevada para um encontro com um coronel da força aérea em uma área construída nas montanhas Papoose perto de Groom Lake chamada S-4. Lá, o grupo não apenas viu sete naves redondas dentro de uma área oca das montanhas Papoose , mas foram levados a um escritório para tentar se comunicar telepaticamente com um não humano grey trabalhando de alguma forma com o governo americano.




BJ, Dr. Dan Burisch a as amostras de tecido de J-Rod




Enviei uma cópia do documento que recebi referente a J-Rod para um contacto meu em Las Vegas conhecido como BJ. Ela tinha trabalhado com o amigo dela, Dr. Dan Burisch, sobre objetos anômalos que apareciam em imagens de Marte, especialmente em uma área conhecida como "Inca City." Parece que anteriormente Dan tinha trabalhado na supersecreta S-4 como Dr. Danny Benjamin Cain, um microbiologista que tinha tomado amostras de tecido de um EBE. Ele foi listado no documento que recebi como Danny Benjamin Cain, Ph.D. (Capitão, marinha dos EUA, N.R.L.) Líder de Grupo de Trabalho, Projeto Aquários, R-4800, Papoose Site 4.




Nas palavras de BJ, "quando confrontado com a evidência , Dr. Burich se tornou altamente defensivo, mas mais tarde admitiu que de fato tinha estado envolvido com experimentos com tecidos de uma natureza "desconhecida" que por fim se provaram ser de uma fonte alien. Foi também confirmado que o material da fonte alien foi obtido de uma entidade biológica extraterrestre hospedada profundamente sob a base", em uma instalação segura que parecia uma esfera ou câmara arredondada como uma bola. Porque? Não sei. Esta revelação desencadeou uma série de problemas: nossas comunicações pela Internet e pelo telefone foram monitoradas repentinamente e sofreram interferência. A fonte desta interferência foi por último, determinada ser antigos empregadores do Dr. Burich lá de cima que estavam monitorado tudo que Dan dizia por medo que ele pudese divulgar informação sensível. Ele recebeu visitas de ameaça e intimidação de representantes de seus antigos empregadores em sua casa e trabalho como um aviso para não falar mais nada sobre o assunto. Segundo BJ, o Dr. Burisch teve até mesmo a mão quebrada e a memória alterada de forma a não se lembrar coisa alguma sobre S-4 e J-Rod. Mas um documento tinha vazado da Área-51 contendo a assinatura do Dr. Dan Crain e descrevendo em grandes detalhes a natureza dos experimentos que estavam ocorrendo na instalação de laboratório sob a Área-51 - experimentos que Dan não falaria sobre. Este documento indica que o Dr. Dan Burisch (que teve seu nome legalmente alterado para Crain em meados dos anos de 1990) era o cientista responsável por entrar na "esfera limpa" e tomar mais de 200 amostras de tecidos de um ser alien alojado lá e para ajudar a coordenar a pesquisa do DNA alien. Os conteúdos deste documento são de arrepiar. Descreve, em grande detalhe os tipos de preparações de tecido necessárias para a propagação do tecido alien e o uso de DNA humano retirado de cadáver para tentar reparar uma falha neural entre os aliens que era pensada ser genética. Também discute a unânime desaprovação da equipe de engenharia reversa genética sendo realizada [pela autoridade de quem?] que poderia ter o intento de intercruzamento de humano e alien para aparentemente revitalizar a espécie.




Trechos deste documento vazado da Área 51 e assinado pelo Dr. Dan Crain aka Dr. Dan Burisch. "Este documento (identificado como Q-94-109A) é roteado para as próprias autoridades de direito a nível de MAGIC do Comando Espacial Naval, de acordo com o UNOST (adotado em 19 de dezembro de 1966: entrado em vigor em 10 de outubro de 1967)... os conteúdos deste relatório são para serem vistos como relatório final (spec. K-24) do Principal Investigador, Líder de Grupo de Trabalho (R-4800, Occupant Papoose Site 4). "Os resultados da experimentação IN VITRO sob o Projeto Aquários dirigido peloNSA/NSC (Amostra por Avulsão Aspiratória de subtegumento Neuronal Subsecção King-35 {K-24, Extraterrestrial Biological Entity {EBE} também conhecida como 'AQ-J-Rod' {JR}) são aqui relatados”.




O relatório continua para afirmar: "...metodologia necessária a introdução do investigador principal na esfera limpa pressurizada, que constituiu um I.G.A. - declarado "Contacto Imediato Extraterrestre (E.C.E.), Classe IV.c." Sob a seção intitulada "ORDEM", o propósito do estudo principal foi explicado: 'determinar, para uma certeza científica, as razões para in vivo reparar a falência neuronal, nas extremidades dendríticas terminais, de um conjunto de amostras celulares, in vitro. Classificar tais razões, funcionalmente, para determinar os mecanismos de tal falha, então isolar as mais prováveis condições celulares pré existentes para permitir a apropriada regeneração" (isto parece indicar que o estudo foi realizado para tentar entender porque a fisiologia alien não estava se auto reparando - ao menos no tecido neural - no modo que deveria .) O relatório continua.... [as amostras de tecido que foram retiradas do EBE foram desenvolvidas em um meio de agar] "igual combinações de desoxilato dictostélio pressurizado em 10.000/100.000 (%) e acetato de glicose."




Este meio produziu as mais altas taxas de crescimento celular, fibrilar . O relatório continua para dizer que "os protocolos nominais de contaminação-restrição foram seguidos" e então citou " contaminação cruzada protocolo 6, N.R.L., Documento Número Q-93-016B para orientação de procedimento. "




Breve História de alegados Visitantes Eben




EBE-1 foi supostamente retirado vivo de um dos discos acidentados de 1947 e foi alojado em cativeiro em uma área subterrânea dos laboratórios de Los Alamos, Novo México. EBE-1 morreu de causas desconhecidas em 18 de junho de 1952.




J-ROD foi alegadamente recuperado de um disco acidentado perto de Kingman, Arizona e levado para a área de testes de Nevada e Área 51, S-4, Groom Lake a o complexo de desenvolvimento de pesquisa nas montanhas Papoose. Alguns internos tem implicado que J-Rod pode ter sido parte da equipe EBE-3, mas penso que ele chegou separadamente depois do acidente perto de Kingman, Arizona em 1953.




EBE-2 chegou em abril de 1964 para o primeiro pouso oficial para contacto. A localização foi uma área altamente segura chamada de Área 17 em White Sands (não é a base da força aérea de Holloman ) localizada exatamente ao sul do presente sítio de pouso de cápsulas. EBE-2 foi descrito durante uma entrevista de 5 de março de 1983 com um antigo agente da AFOSI em Los Alamos como tendo 4' 9" de altura e um corpo muito pequeno: estava vestido com um estreito macacão justo e tinha quatro dedos e nenhum polegar. A entrevista supostamente aconteceu segundo depois alegados mesmo CI que me foram mostrados por um antigo empregado de Wright-Paterson e Sandia Labs.




EBE-3 veio em uma troca de cientistas em 1978 junto com dois ajudantes. Um ajudante foi designado para Groom Lake e o outro para o laboratório de Los Alamos . EBE-3 era macho e a auxiliar de LANL era fêmea. EBE-3 e seus ajudantes saíram em novembro de 1994.




Aqui você tem isto - uma história maravilhosa e um documento provocante a ser acrescentado a todos os outros que vazaram - , documentos J-12 e do Projeto Aquários . Você pode alegar que é apenas uma história fantástica ou desinformação CI [com que propósito?], mas a verdade é que não sabemos. Os testemunhos em separado e os documentos, precisam de pesquisa posterior e análise. Também precisamos que mais indivíduos voluntariamente se apresentem e dêem seu testemunho e tenham sua história pregressa autenticada pelos pesquisadores se formos dispender esforço adicional em buscar a verdade sobre a presença extraterrestre. Se você tem qualquer mais informação sobre J-Rod e Ebens, por favor entre em contacto com Bill Hamilton em:




skywatcher22@hotmail.com.




Reconhecimentos: Meus agradecimentos a Bill Uhouse, Robert Collins, B.J., e Robert por partilharem a informação sobre J-Rod e os Ebens. E a Linda Moulton Howe e Kewper pela comparação de desenhos do encontro em primeira mão de Kewper em agosto de 1958 em Papoose S-4, Área 51, base da força aérea de Nellis .

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